Episódios de Friends serão exibidos nos cinemas dos EUA, em comemoração aos 25 anos da estreia da série

A série Friends terá cerca de 12 episódios transmitidos nos cinemas norte-americanos. A famosa produção completará seu 25º aniversário em 2019 e, como homenagem, a provedora de conteúdo de entretenimento, Fathom Events, planejou sessões especiais para os dias 23 e 28 de setembro e 2 de outubro deste ano. Segundo o site Entertainment Weekly serão mais de 1.000 salas projetando a série nos Estados Unidos.

Apesar de já ter mais de duas décadas desde seu lançamento, as histórias de Rachel, Phoebe, Monica, Joey, Chandler e Ross ainda despertam o interesse de uma legião de fãs em todo o mundo. É o caso dos espectadores brasileiros que ficariam entusiasmados caso os episódios especiais da série também fossem exibidos em sessões nacionais. A universitária Anna Luiza Alves exemplifica esta realidade: “Tudo o que eu queria era juntar todo mundo e assistir aos episódios no cinema”, conta.

A fã, de 19 anos, ainda diz que a série é divertida, traz leveza e tem humanização, já que não retrata os personagens como pessoas perfeitas. “As diferenças entre eles é o que movimenta a série. Tem muitas lições de vida que a gente pode tirar dos episódios”, completa.

Elenco de Friends reunido no início da série. (Foto: Reprodução/Twitter)

Quem também pensa assim é o Pedro Antonio Piacesi, de 18 anos. Segundo o carioca, o carisma e a integração entre os personagens contribuem para o humor leve da produção que parou de ser gravada há 15 anos, mas que permanece atraindo o público. Pedro Antonio é prova disso. O aluno começou a acompanhar a série em Janeiro deste ano e já sente vontade de assistir às aventuras dos 6 amigos novamente, caso fossem transmitidas nos cinemas brasileiros. “Com certeza eu iria”, diz.

Para o jovem, um dos elementos que contribuem para que popularidade da série seja mantida até hoje é o tempo de duração dos episódios. “Eles duram em média 20 minutos e isso os torna mais viáveis para as pessoas assistirem vários em sequência”, afirma.

Para outros espectadores, a relação com a série é ainda mais profunda. A estudante de nutrição Beatriz Hervano explica que consegue identificar as mesmas ações dos personagens em seus amigos e também menciona como suas amizades foram fundamentais durante uma fase complicada em sua vida.

“Eu passei por um período difícil e precisei muito da ajuda dos meus amigos. Como acabei me tornando tão fã da série, quando decidi o tema da minha festa de aniversário não pensei duas vezes em escolher Friends, conta.

Se o sucesso da série, que ficou no ar entre 1994 e 2004, já não é algo novo, a surpresa fica por conta da qualidade das imagens, que ganharam remasterização em 4K, para projeção nos cinemas. É notável que a produção se mantém renovada, não só tecnicamente, mas também na memória do público. O resultado não poderia ser outro: Friends se consolidou como um marco televisivo.

Acompanhe fotos icônicas da série:

Júlia Reis – 6° período

Woodstock: 50 anos do festival mais famoso da história

1969 foi um ano complicado para os norte-americanos. A guerra do Vietnã dividia a opinião pública e as tensões raciais chegavam ao seu apogeu após o assassinato de Martin Luther King. Mesmo com conquistas importantes, como a chegada dos primeiros homens à Lua, o clima no país não era dos melhores. Em meio a essa onda de instabilidade, quatro empresários liderados pelo promotor de eventos Michael Lang tiveram a ideia que mudaria para sempre a cultura mundial.

Um bom ponto de partida para falar sobre o Festival de Woodstock é que ele não aconteceu em Woodstock, e sim nas terras do  fazendeiro de gado Max Yasgur, na minúscula cidade de Bathel, em Nova York. O objetivo dos organizadores era simples: Ganhar dinheiro. Festivais parecidos já faziam sucesso na costa oeste americana e no México, então, reproduzir isso na costa leste era o próximo passo.

Para isso, foram chamados nomes de peso, como Jimi Hendrix, Janis Joplin, The Who, entre outros gigantes da música. Nova York era o lugar perfeito para capitalizar em cima de um grande evento. No entanto, os organizadores perderem o controle. Toda a área do festival foi preparada para receber até 200 mil pessoas durante o fim de semana, mas estima-se a presença de mais de 500 mil espectadores.

Woodstock reuniu cerca de meio milhão de espectadores. (Foto: Reprodução/Twitter)

As apresentações até hoje são lembradas como algumas das maiores da história. O Hino Nacional dos Estados Unidos, tocado na guitarra de Jimi Hendrix, e a hipnotizante performance de Janis Joplin são bons exemplos. Mas o coração do festival era mesmo o público, que chegava em enormes caravanas, com suas características roupas do movimento Hippie e cantando por paz e amor, o que virou um símbolo de resistência e contracultura da época.

A socióloga Alessandra Justus fala sobre esse fenômeno cultural: “Hoje, com eventos como o Rock in Rio, parece normal, mas, na época, reunir aquela quantidade de pessoas era uma missão quase impossível. O festival acabou transcendendo o mundo da música, principalmente por causa do que acontecia no meio do público. As pessoas consideradas mais diferentes, ou até mesmo esquisitas, eram muito bem-vindas. A questão do uso de drogas não ter sido reprimido, também foi o estopim para outros movimentos de legalização que até hoje usam símbolos do festival”, explica.

O clima de paz entre o público chama a atenção até hoje. (Foto: Reprodução/Twitter)

Ao final da noite do último dia do festival, muitos espectadores talvez não soubessem, mas fizeram parte do festival mais famoso de todos os tempos, não só pelos shows, mas também pelo clima do evento. Clima que, apesar das diversas tentativas, jamais conseguiu ser reproduzido novamente.

Woodstock 99

Em 1999 foi feita uma edição de homenagem aos 30 anos do festival original. A intenção era trazer de volta a sensação de paz, liberdade e boa música que aconteceu em 69. Bandas de sucesso na época, como Rage Against The Machine, Limp Bizkit, Metallica e Red Hot Chilli Pappers foram escalados para as apresentações. Mas Woodstock 99 é lembrado como uma das maiores tragédias anunciadas já vista na música.

O local dos shows não era estruturado para a quantidade de pessoas. A produção resolveu economizar em tudo que podia, inclusive em banheiros, e colocou preços altíssimos para comida e água. Além disso, a temperatura no primeiro dia atingiu os 40ºC. O resultado não poderia ser pior. Pessoas passaram mal, havia briga por espaço e até estupros e uma morte foi registrada. Além disso, no final do último dia o show do Red Hot Chilli Pappers teve que ser interrompido, o publico se revoltou, houve saques às lojas, incêndios e parte da estrutura de caixas de som foram derrubadas pelo público, que tentava se proteger do tumulto.

O empresário Marcos Henrique assistiu ao evento e conta que desde o show do Limp Bizkit o clima começou a ficar tenso. A situação piorou no final de domingo, quando deram velas para o público, que já estava com raiva por causa das péssimas condições do lugar.

“Não tinha como dar certo. Eles começaram a fazer pequenos incêndios, que foram crescendo até virar um caos. No final, a culpa foi jogada para as bandas, mas a verdade é que a organização falhou, e bem feio. Dá pra ver até pelas imagens que o público parecia que estava literalmente fervendo” diz.

Cenas de selvageria foram vistas no final do Woodstock 99. (Foto: Reprodução/Twitter)

Ao longo do tempo. houve outras tentativas de festivais inspirados em Woodstock, alguns até com certo sucesso, como o SWU, por exemplo, mas a áurea do original nunca mais se repetiu. A socióloga Alessandra Justus explica por que o evento foi diferenciado:

“Woodstock (69) foi tão mágico porque a espontaneidade do público superou a organização, que não esperava aquela gente toda. O público acabou tomando conta do evento. Aquele público, naquelas condições, naquele contexto, nunca mais vai acontecer”.

Homenagens ao evento acontecem por todo mundo, mas especialmente nos Estados Unidos, onde uma radio da Filadélfia vai transmitir “ao vivo” os shows da época exatamente no mesmo horário do festival. Estava planejada uma edição em homenagem aos 50 anos do original, com Jay-Z, Miley Cyrus confirmados, mas o evento foi cancelado.

Daniel Fernandes – 8º período

Filmes da Fox são cancelados pela Disney

Meses após a finalizada a compra da 20th Century Fox pela Disney, o futuro de diversos projetos que estavam sendo liderados pela Fox eram dúvida se seriam concluídos ou não. Segundo o site Comic Book, a maioria deles teve suas produções canceladas pelo estúdio responsável pela aquisição. Confira a lista com alguns do filmes:

  • Assassin’s Creed 2
  • Flash Gordon
  • The Sims
  • Hitman 2
  • McClane
  • A Liga Extraordinária
  • O Bicho Papão
  • Poder Sem Limites 2
  • Megaman
Continuação de Assassin’s Creed está entre as produções canceladas (Foto: Divulgação/20th Century Fox)

Apesar de muitos cancelamentos, outras franquias como Avatar, Kingsman, Planeta dos Macacos e Deadpool estão entre os planos da empresa e seguem com suas produções em desenvolvimento. Já Quarteto Fantástico e X-Men serão integrados ao universo cinematográfico da Marvel futuramente.

O estudante de veterinária e fã de cinema, Iuri Fonte, lamenta o cancelamento destas produções. “É uma pena que estes filmes tenham sido prejudicados com essa fusão entre a Disney e a Fox. Alguns dos projetos eram realmente interessantes, como a adaptação de Megaman e um novo filme da Liga Extraordinária”, comenta Iuri.

A Disney vive o seu melhor momento nos cinemas. Este ano, superou o seu próprio recorde anual de bilheteria e há ainda grandes títulos do estúdio para estrear, entre eles: Star Wars: A Ascensão; Skywalker e Frozen 2.

Breno Silva – 7° período

“O rei leão” continua no topo das maiores bilheterias no Brasil

A live-action de “O rei leão” tem feito sucesso nas bilheterias brasileiras. O remake do clássico da Disney ficou no topo do ranking de ingressos vendidos do país pela quarta semana seguida. O filme arrecadou R$ 13,8 milhões com mais de 780 mil bilhetes comercializados entre a última quinta-feira (8) e este domingo (11). Desde a estreia no Brasil, ele já rendeu R$ 228 milhões.

Veja o ranking completo no período:

1-“O rei leão” (13,8 milhões)

2-“Velozes e furiosos: Hobbs & Shaw” (R$ 7,4 milhões)

3-“BTS – Bring the Soul: The movie” (R$ 1,4 milhão)

4-“Meu amigo Enzo” (R$ 1,2 milhão)

5-“Histórias assustadoras para contar no escuro” (R$ 1 milhão)

6-“Homem-Aranha: Longe de casa” (R$ 894 mil)

7-“Simonal” (R$ 474 mil)

8-“Toy story 4” (R$ 382 mil)

9-“Rainhas do crime” (R$ 337 mil)

10-“Anime night: My hero academia dois heróis” (R$ 324 mil)

Mufasa e Simba em cena de ‘O Rei Leão’. (Foto: Divulgação)

O sucesso do filme também é o maior dessa saga de live-actions da Disney, embora o remake não seja considerado 100% um live-action por ser em computação gráfica. A produção tem a maior bilheteria da nova leva de releituras do estúdio, com arrecadação de 1,334 bilhão de dólares, ultrapassando “A Bela e a Fera”, que garantiu 1,2 bilhão de dólares para a empresa em 2017.

Veja abaixo a lista do live-actions de maior bilheteria da produtora:

1-O Rei Leão – US$ 1,334 bilhão

2-A Bela e a Fera – US$ 1,263 bilhão

3-Aladdin – US$ 1,035 bilhão

4-Alice no País das Maravilhas – US$ 1,025 bilhão

5-Mogli: O Menino Lobo – US$ 966 milhões

A estudante de radiologia, Fernanda Caroline, de 22 anos, conta que criou bastante expectativa em cima da live-action de “O rei leão”, esperando um pouco mais do filme.

“Eu gostei do filme, porém alguns pontos importantes eles deixaram de acrescentar e alguns ajustes que fizeram também não gostei. Mas o contexto da animação não foi tão alterado”.

Para o estudante, Jonathan Luiz, de 17 anos, foi um filme bem feito, tanto nos gráficos, como em seus efeitos especiais, mas há momentos que poderiam ter sido melhores. “Por um lado, o filme superou minhas expectativas, mas por outro não. Eu esperava mais desse remake em relação a algumas cenas e também na dublagem”, conta.

Sobre essa recente saga de live-action da Disney, Fernanda diz estar adorando a ideia da companhia americana. “Estou amando essa ideia da live-action. A Bela e a Fera, por exemplo, achei que eles se aproximaram bastante do que foi a animação. Espero que continuem produzindo mais filmes e que eles possam permanecer o mais próximo possível do original.”

Assim como Fernanda, Jonathan também acredita que a Disney está tendo um bom progresso com essa nova fase no universo cinematográfico.

“Estou achando bastante interessante a Disney trazer os velhos desenhos animados e transformá-los em live-action. Isso acaba trazendo um bom ar de nostalgia ao espectadores mais velhos.”

Luhan Alves-6º Período

Disney+ anuncia preço de sua assinatura que vai incluir ESPN+ e Hulu

Em 2018, a Disney anunciou que, assim como outras empresas, também teria sua própria plataforma de streaming, seguindo uma tendência atual do mercado. Em busca de expandir o seu catálogo, a companhia apresentou o preço de um pacote que oferecerá o conteúdo presente no Espn+ e no Hulu. O pacote vai custar US$ 12 e estará disponível para assinatura, a partir de 12 de novembro, apenas nos Estados Unidos.

Segundo o CEO da Disney, Bob Iger, o preço representa um desconto de 27% sobre os valores avulsos dos serviços presentes no pacote. Iger deixa claro que este pacote está restrito aos Estados Unidos, devido às limitações que o ESPN Plus e o Hulu possuem em outros países. Ele também revelou que a companhia já entrou em contato com a Amazon, Apple e Google para a distribuição do Disney+ em suas plataformas.

Disney+ chega no fim de 2019 e contará com todo o conteúdo clássico da companhia (Foto: Divulgação/Disney)

A equipe responsável pelo desenvolvimento do serviço de streaming está preparando uma forma que facilite a adesão dos assinantes. “Sabemos que é preciso e importante criar uma experiência sem atrito para o consumidor”, comentou Iger.

O Hulu foi adquirido pela Disney em maio de 2019 e conta com uma base de 28 milhões de assinantes. A diretora de finanças da Disney, Christine McCarthy, também comentou que o serviço digital do Hulu excedeu as expectativas e cresceu mais que os outros concorrentes no último trimestre.

O Disney+ contará com mais de 300 filmes em seu lançamento e entre eles estão propriedades que incluem franquias como Star Wars, Pixar e Marvel. Como qualquer outro serviço de streaming, o Disney+ também ganhará produções exclusivas.

Ainda não há uma data específica para a chegada do Disney+ no Brasil, mas a expectativa é de que ele chegue por aqui, assim como em outras partes do mundo, durante o primeiro semestre de 2020.

Breno Silva – 7° período

Capa de álbum mais icônica da história completa 50 anos

Há exatamente 50 anos era tirada uma das fotos mais famosas da cultura pop. A imagem, que estampa o famoso álbum dos Beatles, Abbey Road, mostra os quatro membros da banda atravessando a rua que fica em frente ao estúdio homônimo (Abbey Road), onde a banda gravou grande parte de sua discografia. De autoria do fotógrafo escocês Ian Macmillan, a imagem que compõe a mais marcante capa de LP da história, virou sinônimo dos rapazes de Liverpool, e até hoje estampa camisetas, quadros, posters e até mesmo tatuagens.

Capa do álbum Abbey Road

Aproveitando a data comemorativa, foram anunciadas novas edições do icônico álbum, que contarão com remixagens a partir das gravações originais, feitas por Giles Martin, filho de George Martin, lendário ex-produtor dos Beatles. Como prévia do relançamento, a página oficial da banda no youtube liberou a versão remixada da canção Something, uma das mais famosas do disco.

As edições remasterizadas de Abbey Road estão previstas para o dia 26 de Setembro, data em que o lançamento original comemora 50 anos.

Felipe Pereira – 8º Período

Rock in Rio terá venda extraordinária de ingressos

Quem não teve a oportunidade de comprar os ingressos do Rock in Rio, agora terá uma nova chance de ir ao maior festival de música do mundo. O RiR irá abrir uma venda extraordinária de ingressos na próxima quinta-feira (08), às 19h, pelo site do evento. Os ingressos custarão R$525 a inteira e R$262,50 a meia entrada.

Os ingressos já tinham sido esgotados em abril, no entanto, alguns clientes ainda não tinham pagado os boletos ou cancelaram. Sendo assim, este lote será vendido para atender pessoas que não tenham conseguido comprar anteriormente. A organização do evento não divulgou quantas entradas e quais dias estarão disponíveis para a compra extraordinária.

O programador, Matheus Bittencourt, comenta que perdeu a primeira venda de ingressos e pretende comprar desta vez. “Fiquei muito animado com esta nova venda de ingresso, pois em abril não pude comprar. Finalmente poderei ter a oportunidade de assistir o show do Red Hot Chili Peppers”, conta.

As vendas dos ingressos serão na próxima quinta-feira (08), às 19h. (Foto: Divulgação oficial)

O Rock in Rio terá como atrações Line-up Drake, Anitta, Bon Jovi, Red Hot Chili Peppers, dentre outros. Os shows acontecerão nos dias 27, 28 e 29 de setembro e 3, 4, 5 e 6 de outubro, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro.

Tainá Valiati – 7° período

Biblioteca-Parque recebe exposição coletiva de 20 artistas

A Biblioteca-Parque Estadual do Rio de Janeiro, localizada no centro da cidade, inaugura a exposição “Sala de Leitura”, nesta sexta-feira (02). Com a curadoria de Osvaldo Carvalho, as diversas obras têm a proposta de levar o público à refletir sobre o ato de ler, por meio da palavra ou da imagem.

A exposição apresenta pinturas, desenhos, esculturas, fotografias, assemblages, colagens, videoartes, gravuras, objetos e instalações. Além disso, a mostra traz ainda atividades culturais para a abertura, como um flash mob em frente à Biblioteca e a performance de Isabela Frade. Oficinas de arte e rodas de conversa também serão oferecidas ao público.

Obra de Isabela Frade. (Foto: reprodução)

Sob a coordenação de Lia do Rio, a exposição “Sala de Leitura” está aberta das 16h às 19h, nesta sexta-feira (02). De segunda à sábado, até o dia 06 de setembro, a mostra ocorre das 11h às 17h. A Biblioteca Parque está na Av. Presidente Vargas 1.261, Centro, Rio de Janeiro.

Obra de Roberto Tavares. (Foto: reprodução)

Veja os artistas presentes na exposição:

Ana Herter, Angela Rolim, Cecilia Cipriano, Claudia Malaguti, Gilda Lima, Grasi Fernasky, Hudson Lima, Isabela Frade, Jo Iocken, João Moura, Júnia Azevedo, Ligia Calheiros, Luiz Badia, Marciah Rommes, Miro PS, Petrillo, Roberto Tavares, Rosi Baetas, Sandra Macedo e Teresa Stengel.

Thatiana Cordeiro – 6º período

Projeto Praça ocupa o centro do Rio de Janeiro com atividades culturais

A Primeira Feira Literária da Cruz Vermelha vem com o tema “Memórias” e promete oferecer diversos momentos culturais de forma gratuita. Essa iniciativa é uma ação conjunta de pessoas que entendem a Praça da Cruz Vermelha como um espaço vivo de memória social e construção coletiva e, por isso, buscam ocupá-la para tornar a cultura acessível a todos.

Edson
Edson Diniz fará parte da mesa de debate sobre Memória e espaço público. (Foto: Divulgação)

O objetivo da programação na praça é valorizar o espaço, dando a ele um novo significado. Mais do que um lugar de passagem, os coordenadores do Projeto Praça visam mostrar que elas devem ser ocupadas, agregando moradores, trabalhadores, empreendedores, visitantes e turistas a partir da arte e da cultura.

Conceição
Conceição Evaristo estará na mesa “Memória e a construção de identidades e experiências”. (Foto: Divulgação)

Além de ressignificar a função das praças nos dias atuais, o Projeto pretende dar visibilidade a autores e pensadores mais consolidados e conhecidos, e a pequenas editoras e jovens artistas, cujas obras não estão acessíveis ao grande público.

Nesse período, serão apresentados pocket shows, peças teatrais, declamação de poemas e uma mostra de curtas-independentes. Além da feira literária, que acontecerá durante todo o evento, mesas de debate também fazem parte da programação. Food trucks e cervejarias artesanais venderão comidas e bebidas ao público.

Veja a programação completa

Dia 02/08/19 (sexta)

20 horas – Abertura com o Bailão da Descoberta, com Raphael Pippa (voz e violão), Moisés Santos (violino), Raphaela Morret (percussão), Arcanjo (percussão)

Dia 03/08/19 (sábado)

10 às 18 horas – Pé de livro – atividade infantil criada pelo Tear, com uma releitura nossa, com os mediadores: João Gabriel Vianna, Janice Peixoto e Marcos Aurélio dos Santos.

10 às 18 horas – Oficina de arranjos florais com Ana Maria dos Santos.

11 horas – Mesa de Debate: Memória e criação literária com Cristiane Sobral, Sinara Rúbia e mediação de Camila Leite.

14 horas – Todos são poetas na Praça – apresentação de Manoel Herculano.

16 horas – Mesa de debate- Memória e ancestralidade com Tatiana Henrique, Aline Pachamama, Renata Tupinambá (a confirmar) e mediação de Maria Elena Viana Sousa.

18h30 – Mostra de curtas-metragens seguido de bate-papo com os diretores, mediado por Mércia Brito. Filmes: Cabeça blue, Ovos de dinossauro na sala de estar, Elekô, Não me prometa nada e Costureiras.

21h30 – Pocket show – Analuh

Dia 04/08/19 (domingo)

10 horas – Lançamento do livro Travessuras e gostosuras: de quando as crianças ainda brincavam nas ruas, de Ednize Judite, ilustrações de Cristina Quartin.

10 às 18 horas – Pé de livro – atividade infantil criada pelo Tear, com uma releitura nossa, com os mediadores: João Gabriel Vianna, Janice Peixoto e Marcos Aurélio dos Santos.

10 às 18 horas – Oficina de arranjos florais com Ana Maria dos Santos.

11 horas – Mesa de debate – “Memória e a construção de identidades e experiências” com Conceição Evaristo, Sonia Rosa, Zeca Ligiéro. Mediação: Rita Ribes.

14 horas – Show – Os Alacantos 16 horas – Mesa de debate – Memória e espaço público com Eliane Alves Cruz, Edson Diniz, outros participantes a confirmar.

19 horas – Peça Teatral – Iroko com Jeff Fagundes

21 horas – Show de encerramento


Thatiana Cordeiro – 6º período

Anime Friends traz a cultura pop oriental para o Rio de Janeiro

O evento aconteceu no Riocentro e reuniu muitos fãs da cultura pop oriental pela primeira vez na cidade

Durante os dias 5, 6 e 7 de Julho, o Rio de Janeiro foi palco do Anime Friends. O evento que celebra a cultura pop oriental, que costuma ocorrer apenas em São Paulo, teve a sua primeira edição na cidade maravilhosa e trouxe muitas atrações.

O Anime Friends contou com um espaço de Just Dance que agitou todos os presentes. Houve também uma arena de luta medieval, onde os participantes travaram confrontos com espadas e lanças e a empresa Zion Entretenimento trouxe óculos de realidade virtual em seu stand.

Ponto forte do evento, os cosplayers marcaram presença. A assistente administrativa Elis Ribeiro comentou sua alegria em se caracterizar de seu personagem preferido: “Não faço cosplay por dinheiro, mas por paixão. Quando estou em um evento e uma criança vem correndo me abraçar, sinto algo incrível, uma sensação maravilhosa que não tem preço!”

Os cosplayers foram um destaque do evento. (Foto: Lucas Couto)

O estudante de direito Lucas Couto, compartilha do mesmo sentimento: “Ao vestir a fantasia, você se transforma no personagem. Tem a oportunidade de sair do seu mundo e entrar no dele. Você vive um sonho!”

Lucas Couto e Elis Ribeiro são apaixonados por cosplay. (Foto: Lucas Couto)

O Anime Friends trouxe atrações internacionais. Um dos momentos mais contagiantes a apresentação da cantora japonesa Yumi Matsuzawa, conhecida por interpretar as canções de Cavaleiros do Zodíaco e Martian Successor Nadesico.

Algo que também trouxe alegria para os visitantes do evento foi a presença dos atores Shouhei Kusaka, Takumi Tsutsui e Takumi Hashimoto os respectivos intérpretes de Jiban, Jiraya e Power Ranger Amarelo. Eles distribuíram autógrafos e cumprimentaram os fãs.

Os atores Shouhei Kusaka, Takumi Tsutsui e Takumi Hashimoto distribuíram autógrafos para os fãs. (Foto: Gabriel Murillo / Agência UVA)

Sem dúvida, o acontecimento mais marcante do Anime Friends foi o show Ultraman Heroes.

O show Ultraman Heroes foi um dos destaques do evento. (Foto: Reprodução Twitter)

Os heróis Ultraman, Ultraman Zero e Ultraman Geed enfrentaram o vilão Belial e interagiram com o público. Em dado momento, eles lutaram contra um monstro gigante, o que levou a plateia ao delírio.

Os Heróis enfrentaram um monstro gigante. (Foto: Gabriel Murillo/Agência UVA)

Os fãs de Anime ficaram muito felizes com o evento, é o que comenta a estudante Catharina França, de 16 anos. “Eu sempre quis ir ao Anime Friends, mas nunca pude ir até São Paulo. O evento vir para o Rio de Janeiro é demais.”

Em sua primeira edição no Rio de Janeiro, o Anime Friends foi um sucesso de público e a Cidade Maravilhosa está disposta a receber o evento por longos anos.


Gabriel Murillo – 7º período