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Feira do Livro Vermelho levanta pautas socioculturais

Em sua primeira edição, a FLIV-RIO trouxe diversos convidados e editoras

Inspirada no Salão do Livro Político, que acontece em São Paulo, a FLIV-RIO (Festival do Livro Vermelho do Rio de Janeiro) teve sua primeira edição no Sindicato das Telecomunicações do Rio (Sinttel-Rio), com mais de 40 editoras confirmadas. Da quarta-feira (31) ao sábado (3), o evento recebeu diversos palestrantes e convidados, como Emir Sader, Dani Balbi, Clara Ant, Henrique Pizzolato, Michel Gherman, Cid Benjamin, Suzy Santos e Marcos Chehab.

Na feira goi possível comprar livros com até 30% de desconto
(Foto: Agência UVA/Malu Danezi)

Na primeira edição da FLIV-RIO, a proposta era propagar informação e colocar temas como racismo, LGBTQIA+fobia, e outras questões sociais em pauta. Luciana Karla, representante da editora e livraria “Literarua”, comenta que ter autores falando sobre suas obras nesse contexto apresenta aos leitores outro ponto de vista sobre os livros, fazendo com que as pessoas saiam de suas bolhas. “Quando um autor fala do livro, é com propriedade, então temos outra visão” afirma ela.

O evento teve entrada franca, e além dos debates contou com apresentações de diversos grupos de teatro, incluindo a Companhia Ensaio Aberto. No último dia do evento, Bete Mendes, atriz e ex-deputada federal, e o ator Richard Riguetti, fundador do Grupo Off-Sina e da Escola Livre de Palhaço, fizeram a leitura de alguns trechos do livro “Querido Lula: Cartas a um presidente na prisão”.

A proposta era espalhar o conhecimento, evidenciar as discussões com temas socioeconômicos, disponibilizar promoções e apresentar aos convidados a diversidade de títulos. Além de toda a programação cultural, em parceria com a ONG “Ação da Cidadania”, a FLIV-RIO organizou uma campanha de doação de alimentos não perecíveis.

Repórter Malu Danezi, com edição de texto de Larissa Teixeira

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