Coronavírus: 20.047 óbitos e 125.960 recuperados
O Ministério da Saúde registrou, na última quinta (21), 18.508 novos casos de Covid-19. No total, somam 310.087 acumulados, dos quais 125.960 estão recuperados, 164.080 seguem em acompanhamento e 20.047 morreram.
O Sudeste é a região mais atingida pela doença, com total de 120.302 infectados. Minas Gerais é o estado menos afetado, com apenas 5.596 casos registrados e 191 mortes, números inferiores ao Espírito Santo, menor e menos populoso estado da região.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, o Brasil é o 3º colocado mundial em número de infectados, precedido por Estados Unidos, com 1.501.876 casos, e Rússia, com 317.554. Em número de óbitos, o país fica atrás de Estados Unidos, Reino Unido, Itália, França e Espanha.

Na última quarta (20), o Ministério da Saúde anunciou o protocolo de administração, nas unidades do SUS, de cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento de Covid-19. Antes do protocolo federal, hospitais privados das operadoras Unimed e Prevent Senior já contavam com procedimentos próprios de uso dos medicamentos.
O @minsaude unificou diretrizes de tratamento para quem está com coronavírus. Essa nova orientação garante acesso igual e precoce ao único tratamento hoje disponível para a COVID-19. pic.twitter.com/49LjUkUTNB
— Ministério da Saúde 🩵 (@minsaude) May 21, 2020
Não há consenso entre cientistas sobre a eficácia da cloroquina e hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19. Usada no tratamento de lúpus e malária, a cloroquina mostrou eficácia, em 2016, no tratamento do zika vírus em mulheres grávidas, e é defendida por médicos pesquisadores como o francês Didier Raoult e a nipo-brasileira Nise Yamaguchi no tratamento da Covid-19.
O Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, divulgou nesta quinta (21) o desenvolvimento de um exame capaz de analisar até 16 vezes mais amostras do novo coronavírus, ideal para testagem em massa. Com a vantagem de não apresentar casos de falso-positivo, o teste lê pequenos fragmentos de DNA, na região nasal ou saliva do paciente, para identificação de doenças ou mutações genéticas.
Atualmente, os testes rápidos usados no Brasil detectam anticorpos produzidos pelo organismo cerca de 14 dias após a contaminação, com taxa de falsos-negativos chegando a 30%. Já o novo teste, é capaz de identificar a Covid-19 desde o primeiro dia de infecção. De acordo com os pesquisadores, a previsão é que a novidade chegue aos hospitais até o início de junho.
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Isabela Jordão – 7o período
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