Política

Eleições 2022: candidatos alternam entre campanhas virtuais e nas ruas

O ano de 2022 marca a volta das campanhas presencias

As eleições estão cada vez mais perto, marcadas para o dia 2 de outubro. Com isso, os candidatos estão com as campanhas a todo vapor. Para movimentar suas ações e ampliar sua área de alcance, eles estão disseminando as propostas por meios virtuais e presenciais.

O professor Tarcísio Motta, candidato a Deputado Federal pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), expõe suas expectativas quanto a campanha nas ruas. Em conversa com a Agência UVA, ele afirma que, apesar de os jornais estarem noticiando casos de violência política, esse são episódios isolados. Tarcísio sente que a maioria do povo mantém o respeito a democracia e as candidaturas que estão nas ruas.

“Política é o preço do pão, política é o preço da passagem. Política não é feita só lá no parlamento, é a definição das regras e das coisas para a vida de cada um”, comenta Tarcísio.

Para o candidato, a violência e ceticismo voltados para política vêm da forma que ela é apresentada para a população atualmente. “A política virou um lugar, no senso comum, muito ruim. Uma grande parte dos parlamentares e governantes têm ocupado as páginas policiais dos jornais, e isso faz com que as pessoas estejam descrentes”, observa.

Sobre as campanhas nas ruas, o candidato explica como tem funcionado a divisão das ações presenciais e virtuais de seu partido: “Estamos equilibrando a campanha nas redes e nas ruas, para que a gente possa fazer a nossa mensagem chegar mais longe e furar a bolha. Muitas vezes, estar na frente de uma estação de metrô, ou trem, torna possível falar com um eleitor que não tem acesso às nossas redes”, pontua Tarcísio.

Quem também está realizando suas campanhas na internet e nas ruas é Alexandre Knoploch, candidato a reeleição para Deputado Estadual pelo PSC (Partido Social Cristão). Em resposta a Agência UVA, Knoploch fala que a internet é importante pois permite que candidatos deem visibilidade a seus trabalhos. Da mesma forma, explica que a campanha de rua é igualmente necessária, uma vez que ela oferece a oportunidade de que pessoas que ainda desconhecem seus projetos possam conhecer.

”O contato direto é sempre importante. A população tem que sentir proximidade do seu candidato, pois só assim terá a condição de nos cobrar e exercer sua cidadania”, conclui Knoploch.

Caso haja segundo turno, a votação será no dia 30 de outubro, quatro semanas após o primeiro.

Foto de capa: Reprodução/Wikipédia

Reportagem Maria Luiza Danezi, com edição de texto de Larissa Teixeira

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