Cosplay: Arte ou não?

Fantasias coloridas, maquiagens inusitadas e muita animação. Parece até Carnaval, mas são só os cosplayers. Essas são pessoas que se vestem como personagens de jogos, animes, filmes e séries por diversão ou necessidade. Essa indústria do entretenimento fez girar um mercado inteiro especializado nessa prática, com novas profissões, e pessoas vivendo dos prêmios em dinheiro que são dados em concursos e eventos.

Rubens O’Donnel, 37 anos, de manhã, Super-Homem à noite. O cosplayer foi contratado pela Warner Bros para viver o personagem em eventos e festas. “Eu comecei trabalhando numa agência fazendo personagens vivos e sempre escutei muito que pareço com o Christopher Reeve. No ano passado, mais ou menos no meio do ano, eu vi que tinham postado no Facebook pedindo alguém para fazer Superman de uma grande empresa. Então foi assim que realmente abriram as portas para eu engrenar nessa carreira. Depois da Warner percebi que poderia levar isso mais para frente e investir”, conta Rubens.

Além daqueles que trazem personagens fictícios à vida real, existe o time que fica por trás da cortina. São costureiros, maquiadores e produtores de cosplayers. Por meio desse novo contexto, uma profissão antiga como a de costureira pôde ser reformulada para caber nas necessidades atuais. A Ivanete Chaves, de 63 anos, confecciona fantasias sob o codinome de Mommy Cosplayer nas redes sociais.

 “Começou como uma brincadeira. Eu fiz uma Ravena para minha filha, ela foi para um evento. As pessoas gostaram e começaram a me pedir. Eu comecei a fazer, me envolvi nisso, estou até hoje e estou gostando”, explica.

Rubens O’Donnel, 37 anos, de manhã, super-homem à noite. O cosplayer foi contratado pela Warner Bros para viver o personagem em eventos e festas. “Eu comecei trabalhando numa agência fazendo personagens vivos e sempre escutei muito que pareço com o Christopher Reeve. No ano passado, mais ou menos no meio do ano, eu vi que tinham postado no Facebook pedindo alguém para fazer Superman de uma grande empresa. Então foi assim que realmente abriram as portas para eu engrenar nessa carreira. Depois da Warner percebi que poderia levar isso mais para frente e investir”, conta Rubens.

Além daqueles que trazem personagens fictícios à vida real, existe o time que fica por trás da cortina. São costureiros, maquiadores e produtores de cosplayers. Por meio desse novo contexto, uma profissão antiga como a de costureira pôde ser reformulada para caber nas necessidades atuais. A Ivanete Chaves, de 63 anos, confecciona fantasias sob o codinome de Mommy Cosplayer nas redes sociais.

“Começou como uma brincadeira. Eu fiz uma Ravena para minha filha, ela foi para um evento. As pessoas gostaram e começaram a me pedir. Eu comecei a fazer, me envolvi nisso, estou até hoje e estou gostando”, explica.

Ivanete não é a única a alterar sua especialização devido ao sucesso dos cosplayers. Após costurar um traje de cosplay para uma das filhas e ver o resultado premiado em um concurso de fantasias, a sergipana Glaucia Souza Santos, 45 anos, resolveu deixar para trás a loja de artesanato em Aracaju e investir em um novo negócio.

 

“A roupa que fiz pra ela foi da personagem ‘Chii’ da série ‘Chobits’. Eu já gostava de trabalhos manuais e de pintura. Com o sucesso que a fantasia fez, comecei a vender cosplays na minha cidade, depois abri uma página no Facebook, um site, e hoje tenho clientes no Brasil inteiro e ainda exporto para Dinamarca, França, Argentina e Itália”, conta Glaucia em entrevista ao entretenimento Uol. Ela está no ramo de cosmaker (profissional que confecciona roupas de personagens) há seis anos.

Captura de Tela (9)

“No ano passado, vendemos um ‘Buzz Lightyear’ de ‘Toy Story’ para um grupo de teatro do Rio por R$5.900. E já fiz orçamentos de até R$10 mil, de personagens dos ‘Cavaleiros do Zodíaco’ e do ‘League of Legends’, que têm armaduras gigantes e, por isso, mais caras”, revela Glaucia, que atualmente coordena seis funcionários na empresa Sakura Cosmaker.

Cada encomenda leva de uma semana até cinco meses para ficar pronta, dependendo da complexidade, do nível de detalhamento e da quantidade de acessórios. O material, então, é enviado aos clientes por avião ou correio. As medidas de tórax, cintura e quadril são informadas via internet, e Glaucia também pede fotos de corpo inteiro das pessoas para ter uma noção melhor do tipo físico delas. “Os clientes pagam caro, mas são muito exigentes, tudo tem que ficar perfeito. A maioria não quer saber de preço, mas de realismo e qualidade”, avalia a cosmaker, que atende gente de 14 a 60 anos.

Leia também:

Cosplay vai além de um simples hobby
Saiba quanta custa ser cosplayer


Gabriella Motilia , Gustavo Barreto, Larissa Mendes,  Lucas Barretto e Luana Feliciano – 6º período

2 comentários sobre “Cosplay: Arte ou não?

  1. Pingback: Saiba quanta custa ser cosplayer |

  2. Pingback: Cosplay vai além de um simples hobby |

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s