Esporte

Mundial de League of Legends: o que esperar da decisão e um panorama do torneio

Equipes asiáticas chegam a final, e o Brasil desaponta mais uma vez

ENFIM A FINAL! O campeonato mundial de League of Legends chega ao seu momento mais aguardado. Duas equipes asiáticas venceram nas semifinais e se enfrentarão na grande decisão dia 31, próximo sábado. A equipe chinesa Suning – que pela primeira vez participa de uma competição internacional – contra a favorita do torneio, a equipe coreana Damwon, que parou nas quartas de final no ano passado.

O torneio acontece todos os anos desde 2011, comemorando o fim da temporada, e conta com as participações das principais equipes de cada região. Pela segunda vez sendo sediado na China, nesse ano, acontecendo em Shangai.

Nesses 10 anos de mundial, as equipes asiáticas vêm dominando o cenário, ganhando oito dos nove torneios disputados. Desses oito títulos, cinco foram ganhos por equipes coreanas, dois pelas equipes chinesas, e um por uma equipe taiwanesa. O único título de fora da Ásia foi conquistado pela Fnatic, uma equipe europeia.

O MUNDIAL

Neste ano, o torneio teria a presença de 24 equipes de 12 regiões. Por conta da pandemia de covid-19, as duas equipes que representariam o Vietnã ficaram impossibilitadas de comparecer ao evento. O torneio então foi disputado por 22 equipes de 11 regiões.

A competição aconteceu em duas fases. A primeira, chamada de Play-in, contou com dez equipes em dois grupos. As quatro melhores equipes dessa fase, avançaram para a segunda, o evento principal.

No evento principal, 16 equipes ficam dividas em quatro grupos, e as duas melhores de cada, avançam para o mata-mata. Agora é a parte simples: chaveamento, e eliminatórias. Se ganhar, avança; se perder, acaba a temporada. As equipes disputaram as quartas de finais, e depois a semi finais, até chegar na grande final.

AS EQUIPES

Equipes participantes e suas posições finais no torneio.

Como dito antes, 22 equipes de 11 regiões, já que a GAM Esports e a TeamFlash, do Vietnã, não puderam estar presentes.

As outras regiões são a China, com quatro equipes (LGD, JDG, Top Esports e a Suning); Europa, com quatro equipes (MAD Lions, Rogue, Fnatic e G2); Coréia, com três equipes (Gen.G, DRX e Damwon); América do Norte, com três equipes (TSM, FluQuest e Team Liquid); a PCS, região que engloba atualmente o Taiwan, Hong Kong, Macao e o sudeste asiático, possui duas equipes no mundial (Machi e PSG Talon). Ainda há mais seis regiões, cada uma com apenas uma equipe (A INTZ representando o Brasil, Unicorns of Love da Rússia, V3 do Japão, Rainbow 7 da América Latina, Legacy da Oceania e SuperMassive da Turquia).

BRASIL NA HISTÓRIA

O Brasil participa do mundial desde 2014, e de lá pra cá, cinco equipes diferentes já representaram o país. A Kabum e a INTZ já disputaram a competição duas vezes, enquanto que Pain, Team One e Flamengo disputaram apenas uma.

Equipes brasileiras nunca fizeram campanhas marcantes. Em 2014, a Kabum ficou em último lugar com apenas uma vitória em seis jogos. Em 2015, na melhor campanha brasileira, a Pain terminou em 13º lugar de 16 possíveis, com duas vitórias em seis jogos. 2016 foi a vez da INTZ, terminando em 14º de 16 com apenas uma vitória. Em 2017 a Team One, com duas vitórias em seis jogos, terminou na 19ª colocação. Já em 2018, era a volta da Kabum ao mundial, e a equipe terminou apenas com uma vitória em cinco jogos, e o 22º lugar de 24 times. O Flamengo chegou aos grandes palcos em 2019, mas não foi melhor do que as participações anteriores, terminando com uma única vitória em quatro jogos, e ficando em último lugar dentre os 24 times. Nesse ano, a INTZ também fez seu retorno, e com uma vitória em cinco jogos amargou o 22º e último lugar no torneio.

ANOTIMECLASSIFICAÇÃO
2014KABUM16/16
2015PAIN13/16
2016INTZ14/16
2017TEAM ONE19/24
2018KABUM22/24
2019FLAMENGO24/24
2020INTZ22/24
As classificações dos times brasileiros por temporada no campeonato mundial.

Os brasileiros precisam acreditar que, com as novas mudanças implementadas para a próxima temporada, haja uma melhora no nível brasileiro nas competições internacionais, e talvez em um futuro não tão distante as equipes já possam disputar colocações mais altas.

Por enquanto, resta aproveitar essa final e o bom jogo que os asiáticos têm proporcionado ao longo dos anos, e quem sabe tirar algum proveito disso para o próximo mundial, em 2021.

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Revisado por Victor Leal

1 comentário em “Mundial de League of Legends: o que esperar da decisão e um panorama do torneio

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