Saúde

Coronavírus: empresas automobilísticas produzem insumos para ajudar no combate ao vírus

Pelo menos 10 empresas do ramo anunciaram que vão ajudar o Brasil na luta contra o Covid-19

A pandemia do novo coronavírus já contaminou mais de dois milhões de pessoas em todo mundo e, após autoridades tomarem decisões cruciais para conter o avanço do vírus, muitas empresas decidiram tomar medidas para ajudar no combate. Empresas automobilísticas entraram forte nessa batalha e começaram a produzir produtos necessários e que estão escassos nos hospitais. 

Vários países relatam precisar comprar mais equipamentos e produtos para os hospitais. Foi a partir dessa necessidade que empresas automobilísticas passaram a colaborar na produção de diversos insumos que estão em falta.

A gigante italiana, Ferrari, por exemplo, passou a produzir suportes para respiradores e vai enviar para vários hospitais da Itália, como os de Bérgamo, Gênova, Modena e Sassuolo. A princípio, a empresa divulgou que irá ajudar apenas essas regiões, mas que, em breve, vai expandir para outros lugares.

Publicação feita pelo Instagram oficial da Ferrari. (Foto: Divulgação/Ferrari)

No Brasil, não será diferente. A empresa americana, General Motors, irá adaptar as fábricas no Brasil para consertar cerca 5 mil respiradores. A gigante de Detroid estabeleceu que até o final de abril todos os respiradores estarão prontos para uso.

A FCA, dona da Fiat e Jeep, anunciou que irá consertar respiradores, produzir insumos e ajudar a fazer hospitais de campanha.

Post no Instagram da empresa dona da Fiat. (Foto: Reprodução/Divulgação)
Mobilização da empresa dona da Fiat. (Foto: Divulgação/Reprodução)

A construção de um hospital de campanha é a melhor opção por conta do fator tempo. Segundo o Engenheiro Civil, Anderson Silva, os hospitais de campanha dependem, basicamente, de um grande espaço e, por isso, são utilizadas estruturas já construídas como, por exemplo, os estádios de futebol.

No Estádio Mario Filho, mais conhecido como Maracanã, as estruturas já estão levantadas, mas o hospital de campanha ainda não está funcionando. “As obras do hospital de campanha do Maracanã estão na reta final”, afirma governador Witzel. Segundo o Secretário de Saúde de Estado do Rio de Janeiro, Edmar Santos, o Rio de Janeiro terá um dos maiores hospitais de campanha do país, serão 400 leitos para serem utilizados exclusivamente no combate ao vírus.

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Raphael Pimentel – 6º período

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