Black Friday 2018: como o consumidor pode ficar mais atento às fraudes

A Black Friday é um fenômeno que vem tomando conta do mercado financeiro no fim do ano. Trata-se de uma importação dos Estados Unidos que não seguiu o objetivo inicial de esvaziar o estoque para o natal. No Brasil, criou-se um novo modelo, que na maioria das vezes não se trata efetivamente de descontos. O cliente brasileiro precisa ficar atento a ofertas e promoções que não se encaixam com o padrão dos estabelecimentos apresentados.

Black Friday

Dia de promoções acontece nesta sexta-feira (23) Arte: David Barbosa / Agência UVA

Essa realidade levou o consumidor brasileiro a apelidar o evento de “Black Fraude”. Em uma era onde os dados de pesquisas de cada usuário são distribuídos para qualquer empresa, é comum que os golpes apareçam em forma de anúncios em redes sociais, aparentemente de lojas conhecidas.

Para se proteger de possíveis farsas na Black Friday 2018, Leonardo Rabelo, coordenador do curso de Direito da Universidade Veiga de Almeida e Doutor em Direito Econômico, dá algumas dicas:

  • Verificar a legitimidade do site

É preciso notar se o link é do site da loja de verdade e, principalmente, se não vai redirecionar o cliente para outra página.

  • Verificar os certificados de segurança da página

O protocolo SSL (Secure Sockets Layer) garante a autenticidade do site e oferece um canal para comunicação protegido pela criptografia de dados.

  • Desconfiar de preços muito baixos

Ao contrário da Black Friday americana, os preços aqui não irão cair de forma absurda.

  • Pagar em boleto, se possível

É bom evitar colocar o número do cartão de crédito em sites que não conheça.

  • Desconfiar de ofertas de bancos

Geralmente são ofertas incríveis, mas ao clicar no site, o consumidor é redirecionado para um ambiente que não condiz com o banco mencionado.

Em caso de compras de produtos ou serviços fraudulentos, o cliente pode e deve procurar o órgão de Proteção e Defesa do Consumidor (PROCON) para relatar o caso. Também há a possibilidade de resolução do problema através do site Reclame Aqui. Lembrando que: os brasileiros estão amparados pelo Código de Defesa do Consumidor e precisam reportar qualquer propaganda enganosa.


Luíza Accioly Lins – 8º período

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