Cinema

Vida longa ao Rei

kong - posterGrandes lendas da cultura pop nunca envelhecem. Depois de refilmarem o histórico Tarzan, o rei – humano – da selva, chegou a hora do Rei Gorila. “Kong: A Ilha da Caveira” volta aos cinemas trazendo toda fúria e determinação de um dos personagens fictícios mais marcantes da sociedade moderna. Recheado de referências, o filme ativa um sentimento nostálgico no espectador, mascarando um pouco o roteiro previsível.

Contextualizando, Bill Randa (John Goodman) – único sobrevivente de uma excursão à ilha amaldiçoada – convoca um time de cientistas, pesquisadores e soldados para voltar ao local do acidente e desvendar os mistérios da região. O problema é que, além de lindo, o lugar é extremamente perigoso e serve de morada para criaturas gigantes, pré-históricas. Determinados a explorar, de forma evasiva, o local, os “intrusos” se dão conta de que aquelas terras são protegidas pelo Rei Kong (King Kong, em inglês) e é aí que começa o problema.

O roteiro é extremamente simples e óbvio. Um grupo de pesquisadores que chegam a uma ilha e decidem explorá-la agressivamente. E assim como a trama, os plots também são muito previsíveis e não acrescentam em nada a experiência de ver o filme. O diferencial é o apelo à nostalgia. A todo momento, referências a outras histórias do Kong são jogadas na tela, acertando em cheio o coração dos expectadores.

No fim das contas, “Kong: A Ilha da Caveira” não é um filme surpreendente e tampouco histórico, todavia, a empatia que o personagem passa é tão grande, que o público já se identifica com ele quase que imediatamente. Chorando nos momentos de dor e sofrimento e vibrando nas lutas e vitórias. Isso é um rei. Isso é Kong.


Iago Moreira- 7º Período

Agência UVA é a agência experimental integrada de notícias do Curso de Jornalismo da Universidade Veiga de Almeida. Sua redação funciona na Rua Ibituruna 108, bloco B, sala 401, no campus Tijuca da UVA. Sua missão é contribuir para a formação de jornalistas com postura crítica, senso ético e consciente de sua responsabilidade social na defesa da liberdade de expressão.

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