Um dia de jogos e solidariedade

Evento que busca a essência dos fliperamas tem edição especial de Natal e arrecada de brinquedos para crianças

picsart_12-10-09-54O Fight in Rio, um dos maiores eventos de jogos de luta, aconteceu no último sábado, na Universidade Veiga de Almeida Campus Marapendi, na Barra da Tijuca. Lá, jogadores experientes e iniciantes se encontraram para disputar três competições: Street Fighter V, Guilty Gear XRD Revelator e Ultimate Marvel vs Campcone 3. Na entrada, os participantes deixavam uma doação de um brinquedo novo ou em bom estado.

A organização prevê um encontro anual, mas para finalizar o ano com um evento solidário, essa edição de especial de Natal reverteu todos os presentes arrecadados para instituições de crianças carentes. Para Arildo Ricardo, jogador e assistente de operação, de 32 anos, o evento se torna mais interessante por ser beneficente. “Além de promover jogos de uma maneira profissional, com experiência 100% ao vivo, ainda ajuda pessoas”.

A programação, que teve início às 10h, incluiu diversos stands e pontos promocionais relacionados aos jogos de videogame, principalmente aos temas de luta. Thomas Proença, conhecido como Brolynho, considerado um dos melhores jogadores do mundo e representante do Brasil em torneios internacionais, marcou presença para dar entrevistas e workshops. Ele falou sobre a experiência no exterior, além de dar algumas dicas fundamentais para o público.

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O dia, no entanto, não foi voltado apenas para os jogadores. Pequenas empresas do mundo dos jogos também participaram do evento. Assim como Rodrigo Cavalcante, de 37 anos, dono da Pro Games, que teve a primeira experiência como patrocinador da Fight in Rio, embora já tivesse participado outras vezes como competidor. “Iniciativas como essas investem no esporte digital, uma área pouquíssima difundida no Rio”, completa Flávio Barbosa, de 25 anos, coordenador do site da loja Shock Games.

A edição especial desse ano alcançou a expectativa desejada. O público, marcado por uma faixa etária diversificada, compareceu em grande número e elogiou bastante a infraestrutura do local. Rodrigo Martins, de 28 anos, idealizador do Fight in Rio, contou estar orgulhoso com o sucesso de uma ideia que teve há 2 anos atrás. “Oferecer uma oportunidade de experiência off-line é importante porque resgatar a essência dos fliperamas, mas de uma forma profissional”. Ou seja, mesmo com mundo virtual tomando proporções crescentes, ainda é importante se abrir para trocas de experiência e formar a própria tribo.


Tayane Fernandes– 4º Período (Agência UVA Downtown)

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