Conhecido como jogo da “peteca”, o badminton é o segundo esporte mais praticado no mundo, muito popular em países orientais, como: Índia, China, Japão, Indonésia, entre outros. O Brasil vive uma grande expectativa pois esta é a primeira participação do país em uma edição dos jogos olímpicos. Guilherme Pardo e Guilherme Kumasaka serão os encarregados de defender a nação. Uma curiosidade é que a dupla conquistou a medalha de bronze nos Jogos Pan-americanos Rio 2007.

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A grande maioria dos atletas começam a praticar o esporte por meio de projetos sociais ou em clubes e escolas que possuem a modalidade na grade.  A presidenta da federação de badminton do Rio de Janeiro, Simone Beirão dos Santos, conheceu a prática por intermédio de um colégio em que dava aulas. “Comecei a treinar em 2008. O interesse das crianças era tão grande que me motivou a continuar”.

O esporte é praticado em diversos estados do Brasil. A cidade de Campinas em São Paulo é considerada o polo da pratica, pois os integrantes da seleção nacional lá residem. Mesmo assim a prática não está tão inclusa na vida das pessoas. “O governo não investe muito pelo fato do esporte ser considerado amador e não ser de alto nível, isso acaba dificultando o interesse da mídia e da população”, completa Simone.

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Professores e alunos de diversas idades

Muitos projetos e cursos de capacitação de profissionais estão sendo criados para maior conhecimento e divulgação. Um deles, no bairro do caju, reuniu professores e crianças. “Conheci o esporte através de uma amiga que fez o curso de shotime de badminton que veio ao Brasil. O curso existe para que os professores de educação física possam praticar e ter material didático e tem como propaganda maior o projeto ‘Descubra o badminton’” diz Amanda Tavares, professora de educação física.

Luíza Gomes, atleta de 17 anos, se diz empolgada com o esporte nas Olimpíadas. “Estou muito entusiasma, é a primeira vez que vou assistir uma competição Olímpica do esporte que pratico e amo de perto. É uma grande emoção, e estou torcendo bastante para que possamos ganhar nossa primeira medalha de ouro”, completa a jovem.

Segundo a Confederação, há cerca de 4.500 praticantes em todo o Brasil. São mais de 600 atletas que participam de competições. O país, hoje, possui três jogadores entre os melhores do mundo: Daniel Paiola, entre os homens, e Fabiana Silva e Lohaynny Vicente, entre as mulheres.

“Espero que tenhamos boas colocações e acredito que teremos novas descobertas de talentos. O esporte está crescendo, é uma modalidade para as idades, desde a criança ao idoso, e vamos tentar divulgar aonde pudermos. O badminton é o esporte de 2016”, finaliza Amanda.


Lorena Lopes, 2º período

Agência UVA é a agência experimental integrada de notícias do Curso de Jornalismo da Universidade Veiga de Almeida. Sua redação funciona na Rua Ibituruna 108, bloco B, sala 401, no campus Tijuca da UVA. Sua missão é contribuir para a formação de jornalistas com postura crítica, senso ético e consciente de sua responsabilidade social na defesa da liberdade de expressão.

1 comentário em “#Rio2016: Badminton

  1. Parabéns pela matéria. Esse esporte vai dar o que falar.

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