Desemprego tem aumento em 14 estados no primeiro trimestre do ano

Média da Taxa de Desemprego no país em 2019 subiu para 12,7 % nos três primeiros meses do ano

O número de desempregados subiu em mais da metade dos estados brasileiros no início deste ano.  Segundos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD-C), fornecidos pelo IBGE,  catorze estados obtiveram crescimento nessa estatística em relação ao último trimestre de 2018. Porém comparado ao mesmo período do ano passado, apenas quatro Unidades federativas registraram esse aumento(Roraima, Acre, Goiás e Mato Grosso do Sul).

O maior crescimento dessa estatística, entre o final de 2018 e o primeiro quarto de 2019, ocorreu em Roraima, onde a taxa foi de 10,3% para 15%, seguido pelo Acre, de 14,4% para 18%, e Amazonas, de 13,9% para 14,9%. Apesar do aumento da média nacional, Ceará, Minas Gerais e Pernambuco apresentaram ligeiras quedas nesses índices.

IBGE

Mais da metade dos estados Brasileiros apresentam aumento na taxa de desemprego em 2019 Fonte:Twitter IBGE/@ibgecomunica

Outro dado que chama a atenção na pesquisa, é o grande número de pessoas subutilizadas ,que segundo definição do próprio IBGE é ”Grupo que reúne os desocupados, os subocupados com menos de 40 horas semanais e uma parcela de pessoas disponíveis para trabalhar, mas que não conseguem procurar emprego por motivos diversos.”  Esse número atingiu seu maior índice nos últimos sete anos, estatística que engloba cerca de 25% da população brasileira, ou seja mais de 28 milhões de pessoas.

Também ouve uma alta no número de pessoas que desistiram de achar um emprego, os chamados desalentados. Essa classe bateu recorde, com grande aumento principalmente na região Nordeste, que contém cerca de 60% das pessoas classificadas nessa condição.

Além da localização regional, outros dados importantes foram revelados pelo estudo. Segundo a PNAD-C, a maior concentração de pessoas desocupadas está na faixa etária entre os 25 e 39 anos. Também há um desnível em relação a gêneros, sendo as mulheres maiores representantes de 52,6% do percentual de pessoas desocupadas, contra 47,4% por parte dos homens.

 

Felipe Pereira- 7º Período

 

 

 

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