Crítica: Somente o mar sabe

MV5BMTkwMDA0NDQ1Nl5BMl5BanBnXkFtZTgwMzI5MjQ2NDM@._V1_SY1000_CR0,0,674,1000_AL_Do diretor James Marsh, que também dirigiu “A Teoria de Tudo”, o filme “Somente o Mar Sabe” (The Mercy) narra a história de Donald Crowhurst (Colin Firth, de “O Diário de Bridget Jones”), um pequeno empresário do ramo náutico de uma cidadezinha da Inglaterra. Donald tem o sonho de ser reconhecido e respeitado por conquistar seus objetivos: ser o primeiro homem a dar a volta ao mundo de barco sozinho e sem parar e vencer a competição Golden Globe Race de 1968.

O navegador recebe apoio incondicional de sua esposa Clare (Rachel Weisz, de “O Jardineiro Fiel”) e dos filhos para encarar o desafio. No entanto, quando fica só em alto mar, sem experiência e com problemas na embarcação no decorrer do percurso, Donald começa a ser atormentado por sua ideologia e conflitos morais. Ao ver seus planos não darem certo, o que parecia ser um sonho vai se transformando em angústia no caminho da competição, enquanto esposa, filhos e patrocinadores convivem com as incertezas dessa trajetória.

O drama traz uma analogia muito profunda sobre a consciência humana, e a forma como encaramos o julgamento de nossas ações. E conta com a bela atuação de Colin Firth e Rachel Weisz, que transmitem com muita naturalidade os sentimentos da alma humana.


Daniela Oliveira – 6º período

 

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