Saúde em primeiro lugar: Prevenção de doenças

Alunos do quarto e quinto períodos, do curso de enfermagem, da Universidade Veiga de Almeida (UVA) participaram de um evento, realizado na capela da faculdade, na manhã e noite de ontem (22). Os estudantes apresentaram trabalhos relacionados à disciplina de Educação e Saúde.

Divididos em vários grupos, os alunos escolheram uma doença como tema e desenvolveram uma apresentação sobre ela. O objetivo do seminário foi criar novos espaços de aprendizagem e descobrir a experiência emocional associada ao conhecimento cientifico. Doenças como diabetes, obesidade, tuberculose, tabagismo, câncer de pele e DST’s foram usadas como temas dos trabalhos. Alguns alunos apresentaram suas explicações por meio de brincadeiras, para atrair mais atenção do público.

O grupo que falou sobre diabetes foi um dos que usou uma forma mais divertida de mostrar prevenções para combater a doença. Comidas saudáveis foram distribuídas como brindes para aqueles que se dispusesse de passar por alguns exercícios, como pular corda e pole chinelo. A finalidade do trabalho foi explicar que a prática de exercícios é um dos métodos usados para controlar a diabetes.

obesidade

Obesidade

A equipe da obesidade levou uma balança para a apresentação e chamou alguns voluntários da plateia para medirem seus pesos e mostraram, através de uma tabela, se estavam no peso ideal ou não, nem a professora Maria Cristina escapou do teste. Já os grupos que falaram sobre o tabagismo levaram amostras grátis de remédios que são usados contra a doença, explicando o efeito de cada um no organismo.

O grupo responsável pela tuberculose demonstrou os efeitos da doença através de um vídeo explicativo e uma encenação sobre o tema. As pessoas que falaram sobre as DST’s finalizaram as apresentações, explicando todas as causas e efeitos das doenças sexualmente transmissíveis e como se prevenir.

Panfletos foram os meios de comunicação mais adotados pelos grupos para explicação dos trabalhos. “ O intuito desses trabalhos é fazer com que os alunos pratiquem, para que no futuro façam essas medidas no campus da faculdade, na ruas ou em algumas comunidades, isso faz com que os alunos se soltem mais”, explica Maria Cristina, professora de enfermagem.


Thiago Cortes

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