Saúde

O uso do doping genético em busca do superatleta

A meta do atleta é sempre ultrapassar seus próprios limites. Entretanto, com a finalidade de se projetar mais rápido na carreira, ele acaba por utilizar substâncias que podem prejudicar sua saúde.

Doping já foi sinônimo de efedrina, testosterona sintética e hormônio do crescimento. Mas instituições internacionais alertam para uma nova ameaça ao esporte conhecida como o doping genético. A nova técnica não mais seria feita através da injeção de hormônios ou de outras substâncias, e sim através da introdução de um gene artificial no organismo da pessoa. Ele transformaria os genes responsáveis pelas habilidades, os tornando mais eficazes.

O doping genético pode provocar danos brutais e irreversíveis à saude como o AVC (Acidente Vascular Cerebral), além do surgimento de células cancerígenas no organismo. Mesmo com os riscos, os atletas têm um grande incentivo que os atrai nesta prática ilegal, uma vez que o doping genético é difícil de ser descoberto.

Fernanda Moreira – 5º período – Jornalismo Digital

Agência UVA é a agência experimental integrada de notícias do Curso de Jornalismo da Universidade Veiga de Almeida. Sua redação funciona na Rua Ibituruna 108, bloco B, sala 401, no campus Tijuca da UVA. Sua missão é contribuir para a formação de jornalistas com postura crítica, senso ético e consciente de sua responsabilidade social na defesa da liberdade de expressão.

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