Estudantes da UVA criam aplicativo para a Bienal do Livro

 

Bian e Leonardo não desistiram do projeto apesar da complexidade do desenvolvimento de aplicativos

Bian Medeiros e Leonardo Trotta são da equipe que desenvolveu o aplicativo ‘UVA na Bienal’. Foto: Jefferson Alves

Toda a programação da 18ª Bienal Internacional do Livro no Rio na palma da mão. Para facilitar a vida de quem está visitando o maior evento literário do país, estudantes do curso de Ciência da Computação da Universidade Veiga de Almeida (UVA) criaram o aplicativo “UVA na Bienal”. O app traz informações sobre palestras, debates e demais atividades da Bienal. Também contém uma área para interação entre usuários, além de outras funcionalidades.

“A ideia era mostrar o quanto os alunos são bons no que fazem, produzindo algo que tivesse a ver com o evento e que fosse interessante para quem está visitando”, explica a gerente de Comunicação Institucional da Rede Ilumno, Cecília Seabra.

O aplicativo foi desenvolvido por alunos do Programa de Iniciação Científica (PIC) da universidade. O coordenador do projeto, professor Carlos Augusto Sicsú, explica que o foco era o aprendizado dos estudantes, além da possibilidade de criar uma ferramenta de auxílio aos visitantes da Bienal. Para ele, fazer o aplicativo para o evento foi uma forma de colocar em prática a teoria:

“Significa mostrar o que os alunos muitas vezes aprendem de forma teórica ou com pouca aplicação da prática, em função do tempo e das características que uma disciplina no curso exige”.

Versão para Android

O exercício pode levar os jovens desenvolvedores do app a voltarem nos próximos anos com uma versão oficial do evento e para todas as plataformas. Por enquanto, o “UVA na Bienal” está disponível apenas para usuários do sistema Android. O download deve ser feito por meio do site do coordenador do experimento (Clique para baixar: http://www.profsicsu.com.br/images/UVAnaBienal.apk), já que o app não está disponível na loja virtual.

O aplicativo demorou aproximadamente três semanas para ficar pronto. O estudante Leonardo Trotta contou que, apesar do pouco tempo, aceitou o desafio de imediato para participar do projeto. A preocupação com o resultado era grande, mas ele não desistiu:

“Desenvolvemos para que as pessoas se sintam bem e confortáveis ao utilizá-lo. Que o usem como entretenimento também e que, sobretudo, facilite a integração com a programação da Bienal”.

Quem também não deixou a ansiedade atrapalhar foi Bian Medeiros, outro integrante da equipe. Ele conta que foi da euforia, no início do projeto, ao medo de não conseguir terminar a tempo por conta da etapa de armazenamento de dados: “É muito difícil. Agora, eu me sinto aliviado, porque a experiência está valendo a pena. O conhecimento e o peso no currículo por ter feito parte dessa equipe são reais”.

Além de Bian Medeiros e Leonardo Trotta, participam do projeto os estudantes Gustavo Santos, Diogo Soares, Isabela Pimenta, Victor Franklin, Pablo Dias, Lucas Lopes e Felipe Pinheiro Araújo, o único que não é aluno de Ciência da Computação; ele faz o curso de Design Gráfico.

Reportagem: Jefferson Alves – 6º período

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