Não só de dribles e boas jogadas vive o Futebol Brasileiro. O BEC – Bayer Esporte Clube – vem marcando verdadeiros golaços no desenvolvimento da educação e da cidadania. Fundado em 1993, a Escola de Futebol da empresa Bayer, localizada em Belford Roxo, Baixada Fluminense, tem sido responsável pela inclusão social e a criação de perspectivas de futuro para inúmeras crianças e adolescentes de baixa renda.
O diretor e presidente Arturo Rodriguez conta que anualmente cerca de 250 atletas, entre 11 e 19 anos, são selecionados em um teste bastante concorrido. Logo depois são distribuídos nas categorias Pré-mirim, Mirim, Infantil, Juvenil e Juniores. Já em 2008, uma novidade tem dado um toque todo especial ao ambiente do Clube: a formação da Equipe de Futebol Feminino vem com a missão de reforçar o time do BEC e mostrar que futebol também é coisa de mulher. Para isso elas já entraram na disputa, e estão participando do Campeonato “Olimpíadas da Cidadania”, maior competição olímpica da Baixada.
Mas além de talento e disposição, os escolhidos também precisam preencher alguns requisitos indispensáveis, que vão desde a apresentação de condições favoráveis de saúde até o bom desempenho em sala de aula.
O projeto social do BEC tem ido muito além dos campos. De acordo com Arturo, os meninos recebem todo o material esportivo, seguro para acidentes e refeições servidas no clube. Eles também usufruem da parceria feita com outras empresas, o que tem proporcionado aos participantes inúmeros benefícios, como: oficinas de português e redação, cursos de informática e exames médicos periódicos. Tudo para oferecer a esses jovens e crianças um futuro promissor não só no esporte, mas também na vida social.
Educação, saúde, alimentação e muito talento. Essa receita não poderia dar outro resultado: o Clube tem uma média de 75% de participação nas finais das competições disputadas. Torneios como Liga Iguaçuana, Rio Copa e Copa Roberto Dinamite têm sido celeiro de craques do futebol. Nomes como Léo Guerra (ex-Vasco da Gama), Marcos Denner (ex-Flamengo) e Leo Fortunato (atual Cruzeiro), passaram no início de suas carreiras pelos gramados do Bayer Esporte Clube.
Porém, a intenção do BEC não é oferecer aos atletas uma visão deslumbrada da carreira de jogador. “Acima de tudo, o Projeto da Escola de Futebol é voltado para a inclusão social e cidadania. A revelação dos atletas é apenas uma conseqüência deste trabalho. Posso dizer que numa média de 100 meninos apenas poucos conseguem atingir o profissionalismo, aos demais resta a formação íntegra como cidadão”, afirma Arturo Rodriguez.
Edi Meira • 6º Período • Jornalismo Digital
eu queria fazer o teste da bayer mais eu tenho 13 anos é falaram que não posso jogar porque tenho 13anos por favor deixa eu fazer o teste
GOSTARIA DE SABER SE A BAYER VAI VOLTAR A DISPUTAR O CARIOCA DE PROFISSIONAL POIS O CLUBE NUNCA DEVERIA TER SAIDO DA PRIMEIRA DIVISÃO E POSSUE UM ELENCO FABULOSO EM TODAS AS CATEGORIAS