Cinema

‘No intenso agora’, de João Moreira Salles, ganha prêmio de melhor filme na Colômbia

Edson Luis. Foto: Eduardo Escorel

Documentário também será exibido no Festival Internacional de Documentários de Amsterdam.

Cartaz do documentário
Cartaz do documentário “No intenso agora”. Divulgação

O documentário “No intenso agora”, de João Moreira Salles, acaba de ganhar o prêmio de Melhor Filme Internacional do Festival de Cali, Colômbia. O filme já foi premiado nas Américas, na Europa e na Ásia. “No Intenso Agora”, que está em cartaz no Brasil, também é finalista do Prêmio Fênix, que homenageia os melhores profissionais da indústria cinematográfica da América Latina, Espanha e Portugal, uma espécie de Oscar ibero-americano. A cerimônia acontecerá no início de dezembro, na Cidade do México.

Desde sua estreia no Festival de Berlim, o documentário já participou de mais de 20 festivais. E, na próxima segunda, 20 de novembro, o longa estreia na Mostra Masters do IDFA (Festival Internacional de Documentários de Amsterdam), considerado o festival mais importante do mundo destinado ao gênero.

“No intenso agora” é narrado em primeira pessoa e reflete sobre o que revelam quatro conjuntos de imagens da década de 1960: os registros da revolta estudantil francesa em maio de 1968; os vídeos feitos por amadores durante a invasão da Tchecoslováquia em agosto do mesmo ano, quando as forças lideradas pela União Soviética puseram fim à Primavera de Praga; as filmagens do enterro de estudantes, operários e policiais mortos durante os eventos de 1968 nas cidades de Paris, Lyon, Praga e Rio de Janeiro; e as cenas que uma turista – a mãe do diretor – filmou na China, em 1966, ano em que se implantou no país a Grande Revolução Cultural Proletária.

Edson Luis. Foto: Eduardo Escorel
Rio de Janeiro, 1968. Foto: Eduardo Escorel
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Muralha da China. Foto: Divulgação
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China. Foto: Divulgação
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