Em meio à crise econômica que afeta o país, refletir sobre novos rumos e oportunidades é necessário. Pensando nisso o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) trouxe ao Rio de Janeiro, mais uma edição da “Feira do Empreendedor”. O evento aconteceu entre última quinta (12) até domingo (15), no Riocentro, na Barra da Tijuca, e contou com a participação de 146 empresas e mais de 28 mil visitantes.

Durante quatro dias, os visitantes passaram entre 19 áreas temáticas, voltadas principalmente para o ensino e a capacitação dos participantes. A consultoria era presente em todos os ambientes da feira. Logo na entrada, já era possível sair com o registro da empresa. Palestras, grupos de discursões, busca de crédito e financiamento, modelos de negócios, franquias, maquinários, tudo em um só lugar para auxiliar e concretizar o sonho do negócio próprio. Os atendimentos eram individualizados. Chegando com a ideia, era possível traçar metas, conhecer o mercado e sair com o modelo de negócio pronto, até mesmo com a empresa funcionando plenamente.
“Fui buscar informações sobre como o mercado está se desenvolvendo no meu setor. Conheci as ferramentas disponíveis, e as tendências que devemos seguir em nossa empresa. Feiras como esta, e toda orientação que recebemos é fundamental para o micro e pequeno-empresário que não possui acesso fácil a esse tipo de informação e assim poder compreender melhor o mercado” – disse Daiane Soares, sócia de uma produtora audiovisual.
Ter coragem para se preparar e sair da inércia era o maior desejo dos participantes. Muitas pessoas que ali estavam sofreram reflexo da crise. Segundo pesquisa feita pela organização do evento, mais de 60% do público ainda não montou um empreendimento e permanecem na fase de idealização e planejamento do sonho. As áreas mais procuradas foram as palestras e oficinas de gestão, criatividade, formalização, inovação, novos mercados, finanças, sustentabilidade.
Durante os dias da feira, jovens de diversas universidades cariocas competiram em um Pitching (que nada mais é do que uma apresentação breve do projeto), onde uma banca de cinco jurados avaliou a relevância comercial do projeto apresentado pelos universitários. A clinica tecnológica orientava os, já empresários, a pensar no próprio modelo de negócio dentro do meio digital e em ações de sustentabilidade.
Sobre o mercado na internet, o público teve acesso à grandes empresas como o Google e o Facebook. As duas gigantes do meio digital mostraram, em palestras, a importância do uso das redes sociais e ferramentas para alavancar os negócios e a busca de estratégias comerciais.
Vinícius Fernandes – 4º período
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