Acordar cedo todas as manhãs e passar batido pela mesa do café, principal refeição do dia. Chegar ao escritório e mal ter tempo para almoçar. Sair do trabalho torcendo para não se atrasar para a faculdade. Qualquer semelhança com esta rotina não é mera coincidência, uma vez que a maioria dos brasileiros se depara com este corre-corre diariamente.
Mas e as refeições, as contas para pagar e até mesmo o cuidado com a beleza? Realmente, parece não nos sobrar tempo para coisas corriqueiras. A sorte de muitos estudantes e profissionais é poder contar com um espaço dentro de suas universidades onde funcionam restaurantes, lanchonetes, xerox e até mesmo bancos. É o que acontece, por exemplo, no campus da Universidade Veiga de Almeida.
A professora de Nutrição, Luciana Manhães, de 27 anos, considera o salão Beni Coiffer localizado na Vila da UVA, uma ótima iniciativa.
“É a primeira vez que venho ao salão e estou muito satisfeita. Achei a idéia ótima. Com um salão aqui não me preocupo em ter que fazer as unhas no fim de semana. Uni o útil ao agradável”, comenta.
Porém, para que um espaço comercial seja aberto na faculdade é necessário muito estudo e reflexão.
“Um lojista está interessado em abrir uma loteria, mas está em estudo pelo fato de ser jogo, mesmo legalizado. E também por questão de segurança, pois a loteria lida com dinheiro”, explica Rui Cunha, assessor de Comunicação da Universidade e integrante do grupo de profissionais que aprovam a abertura dos estabelecimentos. Depois da aprovação, a proposta passa pelo Reitor, Dr. Mario Veiga de Almeida Júnior, que dá o aval.
O assessor esclarece ainda que não é permitida a venda de cigarro e bebidas alcoólicas dentro do campus e que a Universidade costuma interferir na conservação do interior das lojas, para que não haja nenhum problema com a vigilância sanitária.
Não só a faculdade se preocupa com bem-estar da clientela, mas também os lojistas, como André Luiz Dias, de 48 anos. Dono da loja ‘Folheados’ há 13 anos, ao abrir seu negócio tinha como proposta comercializar lanches rápidos que agregassem valor alimentício ao cliente. Porém, alguns produtos ficaram encalhados nas prateleiras e a ‘Folheados’ começou a vender alimentos de acordo com o gosto do cliente, mas sem perder a proposta inicial. Tanto é que um dos diferenciais é a venda de sucos feitos com frutas frescas e não com suas polpas e seu principal atrativo é a venda de sanduíches naturais, onde o próprio cliente escolhe os ingredientes.O que termina por satisfazer todos os tipos de clientes.
E Ivan Mota, 27 anos, funcionário da ‘Folheados’ concorda: “Eu adoro o que faço, é muito bom atender bem aos clientes e ter um bom relacionamento com os colegas de trabalho. Como vemos os alunos todos os dias, isso facilita muito a maneira como lidamos com eles e passamos a conhecer suas preferências”.
Ao que parece, ter diferentes estabelecimentos que prestam serviços variados, suprindo as necessidades de alunos, profissionais e eventuais visitantes do campus, é algo que trás benefícios a todos os envolvidos.
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Edi Meira , Flávia Martins e Valéria Cesário
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