Estudantes universitários não resistem à tentação e aproveitam a faculdade para namorar
Paquerar ou estudar? Essa e a pergunta que alguns estudantes de graduação se fazem quando ingressam no curso superior. È impossível resistir a tamanha tentação num ambiente repleto de oportunidades, em uma fase da vida na qual o que importa é ser feliz e aproveitar o momento, sem preocupar-se com o futuro. Mariano Mendes, 31, 8.º período de Arquitetura e Desing, se diz spert no assunto. Já teve varias namoradas e afirma que o local mais apropriado para começar “o desenrolo” é o Diretório Acadêmico da universidade na qual estuda.
Segundo Mariano, depois das devidas apresentações e feito o convite para um chopinho nos arredores da universidade, conversa vai, conversa vem, quando menos se espera, já esta “rolando” o primeiro beijo. Foi assim que conheceu sua primeira esposa, mãe de seu filho, hoje com 5 anos. Ficaram um tempo juntos, mas não deu certo. Segundo ele, ela tentou colocá-lo na linha, mas, com o tempo, acabou desistindo. “Na matéria de azaração, me formei com notas altas e louvor. Meus amigos queriam comprar minha agenda de telefone”, diz Mariano. No momento, está casado pela segunda vez, com um filho de 5 meses e se diz mais responsável.
No décimo período de Engenharia Cartográfica da UERJ , André Escovino, 29, é outro veterano que possui um currículo vasto nesta área. Já teve inúmeras paqueras e com algumas namorou firme por algum tempo. O caso mais duradouro foi uma aluna de Engenharia Civil, com a qual ficou durante doze meses. O namoro começou quando André passou a ser monitor em uma das turmas do curso de Engenharia Civil da universidade. “Foi uma fase em que fique em evidência”.
Já a estudante de Turismo Nívea Calixto, 24, 1.º período da UNISUAM, diz não ter nenhuma paquera. Até agora não encontrou ninguém com quem pudesse construir uma amizade mais duradoura. A única pessoa que despertou um pequeno interesse foi o professor de Logística de Transporte, Sérgio Romero. Nívea acha os meninos da universidade imaturos, e não tem nenhuma expectativa em deixar de ser solteira: “De vez em quando aparece um garoto mais interessante, mas só há uma troca de olhares”.
Com opinião semelhante, Juliana Prata, 18, 3.º período UFRJ, quando passou para o curso de História, tinha a esperança de encontrar uma paquera, no entanto, se decepcionou, pois, no campos em que estuda, há os cursos de Filosofia e de Ciências Sociais e segundo ela, os alunos são bem alternativos. HÁ um ano e meio na faculdade, não encontrou ninguém interessante: “Quando aparece um menino legal, as outras meninas ficam em cima”.
Em relação a namorar ou não, o psicólogo Marcelo da Cunha não tem nenhuma objeção, apesar de achar o assunto complexo, pois, segundo ele, cada estudante reage de maneira diferente. É tudo uma questão de energia, aqueles que conseguem administrar melhor o tempo não encontrarão dificuldade em conciliar os estudos com o namoro, entretanto, os que não possuem essa habilidade, encontrarão alguns obstáculos.
5 dicas para você conseguir uma paquera
Na praça de alimentação da universidade em que você estuda.
Em palestras que você freqüenta em outra universidade.
Em grupos de trabalhos na sala de aula.
Quando um conhecido de outra turma convida para um chopinho depois da aula.
Quando você passa a ser monitor, ficando em evidencia.
Ronaldo Silva • 6° período • Jornalismo Digital
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