Comer bem não faz mal a ninguém

Na última quarta-feira (21), a Universidade Veiga de Almeida foi palco do VIII Fórum Acadêmico de Nutrição, realizado no auditório, salas multimídia e laboratório da instituição. O evento coordenado pelos professores Gustavo Chicaybam e Adriana Marques, tem como objetivo levar aos, tem como objetivo levar aos estudantes mais conhecimentos sobre o novo guia alimentar como ferramenta para o estimulo para alimentação saudável. Durante o dia, palestras e minicursos foram executados com a finalidade de transmitir experiência a todos os presentes.

luana aquino

Luana Aquino, professora da UFRJ de Macaé, conduziu a palestra, chamada “O novo Guia Alimentar para a população brasileira: princípios e aplicações”. Ela esclareceu a dimensão do guia como equipamento e passou aos estudantes de nutrição a necessidade de ler o guia. A especialista também explicou o porquê é preciso atualiza-lo de tempos em tempos devido ao grande desafio da alimentação brasileira, que é a variedade de polos, como o excesso de peso a problema de carências nutricionais.

tatiana feijoCom o desejo de instigar e fazer um processo de reflexão dos alunos a professora da INJC-UFRJ, Tatiana Feijó, comandou a palestra ‘’O que sabemos sobre os alimentos processados e ultraprocessados?’’. A profissional abordou temas como o problema do excesso de sal, açúcar e gordura saturada, presentes nos produtos fabricados na indústria e, também, sobre os aditivos alimentares existentes nos nutrientes quem são considerados “ultraprocessados”.

‘‘Existe um mito que qualquer alimento que passa pelo processo de industrialização, por si só não tem o atributo que tinha antes, quem produz não se importa com a qualidade nutricional’’, explica o professor de nutrição Clitor Fernandes, último palestrante da parte da manhã. Ele tentou desconstruir essa ideia de mostrar que as industrias já estão pensando em como adicionar nutrientes nas mercadorias.

Na parte da tarde o evento contou com a realização de 6 minicursos, em média 50 pessoas participaram em cada um dos cursos. Os temas oferecidos foram: “Métodos de avaliação em consumo alimentar: possibilidades a partir do Guia Alimentar”, ministrada pela professora Luana Silva Monteiro; “Nutrição, Marketing e as diferentes oportunidades”, professora Larissa Mathias; “Suporte Nutricional Domiciliar: atuação do nutricionista clínico”, professor Luiz Gagliardo; “Análise sensorial na nutrição e ciência de alimentos”, professor Rafael Cadena; “Vigilância Sanitária e controle de qualidade em Unidades de Alimentação e Nutrição”, lecionada pelo professor Raphael Miranda.

No Laboratório de Nutrição e Técnica Dietética, a professora Luciana Manhães aplicou o minicurso “Gastronomia Funcional – Trocas Inteligentes”. A dinâmica consistia em oferecer algumas atividades práticas para os alunos, uma delas era convidar os presentes a produzir um hambúrguer saudável. Mesmo sendo de carne bovina, a porcentagem de gordura saturada foi reduzida com outros ingredientes menos gordurosos e calóricos.

Professora Luciana Manhães durante minicurso no laboratório de nutrição

Professora Luciana Manhães durante minicurso no laboratório de nutrição

“Nosso papel dentro da docência da nutrição é passar um pouco desse conhecimento para os alunos, no sentido de fazer trocas inteligentes. Mudar ingredientes de algumas receitas básicas, por outros que são mais saudáveis. E mesmo assim manter o sabor daquela preparação. Com isso vamos passar a incentivar a população a comer alimentos mais saudáveis com o mesmo sabor. O minicurso aqui no laboratório focou nisso, ao ensinar aos alunos usando o novo Guia Alimentar”, diz a professora Luciana Manhães.

No período noturno, mais três rodadas de palestras encerraram o VIII Fórum de Nutrição. A professora Amanda da Silva Franco falou sobre “Segurança Alimentar e Nutricional: A prática da intersetorialidade”, logo em seguida a professora-doutora do INJC-UFRJ, Aline Mello falou de “Estratégias para elaboração de cardápios saudáveis” e por último a professora Nathália da Rocha Rodrigues abordou o tema “Alimentos orgânicos e alimentos transgênicos: narrativas e controvérsias”.

Todo ano, o Fórum Acadêmico cumpre seu papel social angariando elementos dos participantes. A meta é arrecadar uma tonelada. Parte das doações será destinada às vítimas da explosão em São Cristóvão e outra encaminhada para instituições de caridade.


Rodrigo Soares- 4° Período.
João Vitor Barros- 4° Período.
Vinícius Fernandes- 4° Período.

Investindo no Futuro

Terça-feira (20), a CP4 Cursos Exterior, consultoria educacional que trabalha com planos especializados, realizou uma palestra a fim de informar sobre a importância do intercâmbio, tanto em relação ao aprendizado quanto à carreira. Um dos temas abordados pela palestrante Ana Beatriz Faulhaber – professora, diretora executiva, sócio fundadora da CP4 e especialista em consultoria educacional – foi a preparação necessária para encarar o mercado de trabalho, que está cada vez mais exigente quanto a qualificação.

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“O meu fascínio é a transformação das pessoas. A CP4 foi crescendo por conta do grande sonho de proporcionar aos alunos projetos culturais para os quatro cantos do mundo. Foi muito difícil no início bancar os custos de uma consultoria. Muitas vezes eu não tive condições de pagar conta de telefone, luz e gás. 25 anos depois desse período conturbado, a CP4 tem o reconhecimento do mundo inteiro. Isso é uma coisa que nos orgulha muito”, relata a professora.

Ana Beatriz inicia a palestra com a análise do jornal “Boa Chance”, o qual trata de oportunidades relacionadas aos pequenos negócios, às franquias, aos cursos e aos concursos. Na matéria lida pela professora informava que os atributos necessários para o sucesso profissional seria investir em competências acadêmicas e comportamentais. Essa última diz respeito às habilidades de liderança e comunicação, gratificação pelas conquistas, planejamento, trabalho em equipe e estabelecer uma Network (rede de contatos).

“Segundo dados oficiais de 2014, o número de matrículas de alunos do ensino superior cresceu 3.8% de um total de 7.3 milhões de estudantes. São 32 mil cursos de graduação e 2.4 mil instituições de ensino. Já pararam para pensar em quantas pessoas entram no mercado de trabalho por ano? São com eles que vocês estão competindo”, indaga a palestrante.

Para finalizar o evento, Ana fornece dicas para aprimorar o currículo, como descrever habilidades e competências desenvolvidas. O domínio do idioma, a experiência do intercâmbio e a realização de provas de proficiência, como a de Cambridge, são exemplos de dados valorizados pelas empresas. A CP4 fornece cursos, workshops, programas voluntários de estudo e trabalho, além de outros pacotes de viagem. “O diferencial é o crescimento interior. Você volta encarando a vida de outra maneira. Esse é o grande passo do intercâmbio”, acrescenta a própria.

“Fiquei em dúvida por ser a minha primeira viagem internacional. A Flávia Silvia, que é Coordenadora de Serviços da rede Ilumno da UVA, me ajudou a tomar a decisão. Fiquei 15 dias na “International House”, colégio com turmas de inglês e espanhol. À tarde faziamos passeios para conhecer partes da cidade. Voltei muito mais focada e com vontade de realizar novos projetos, tanto no âmbito profissional quanto pessoal. Quem tiver a oportunidade de fazer intercâmbio, eu aconselho que vá. No primeiro dia de viagem eu tinha muita dificuldade de pronúncia, mas durante a experiência pude me

adaptar ao espanhol”, relata Paula Theiss, estudante de administração e funcionária da pró-reitoria da Universidade Veiga de Almeida.


Luiza Esteves – 4º Período

Dupla Poderosa

Banner Ponte dos espioesSteven Spielberg e Tom Hanks estão juntos desde “O Resgate do Soldado Ryan”, passando por “Prenda-me se for capaz” e “Terminal”. Uma coisa eles sempre deixam claro, todos os filmes em que trabalham juntos estão destinados ao sucesso. Amanhã chega às telonas o novo filme da FOX “Ponte dos Espiões”, com a participação especial dos irmãos Coen.

Com um time desses, é claro que este longa não poderia ser nada menos do que brilhante. O desempenho de Tom Hanks junto de seus colegas Mark Rylance, Amy Ryan, Scott Sheperd, Alan Alda, Billy Magnussen, entre outros grandes nomes é de alta credibilidade. Deixando assim, o telespectador certo de que a escolha de elenco foi perfeita.

O que se procura em uma combinação entre roteiristas e diretores é saber contar uma história sem furos e passá-la de forma clara para quem assiste. Spielberg e os irmãos Coen sabem fazer isso: não deixar nenhum ponto mal explicado e a capacidade de jamais enrolar ou fazer o público perder tempo. Os 141 minutos de filme são perfeitamente preenchidos com uma narração completa, sem pressa ou passagem em branco.

Em “Ponte dos Espiões”, o advogado e pai de família James Donovan (Tom Hanks), em plena Guerra Fria, precisa defender o hábil e talentoso soviético Rudolf Abel (Mark Rylance), acusado do crime de espionagem, para provar ao mundo que os americanos oferecem um julgamento justo até mesmo para os inimigos. Esta é uma história inspirada em eventos reais ocorridos em 1950.

A negociação e as habilidades do advogado dão o tom sério, e ao mesmo tempo emocionante, do longa, com uma dose moderada de humor, raro em filmes de suspense que contam passagens históricas. As cenas dramáticas estão sempre deixando o aflito para saber o que vai acontecer em seguida, sem nenhuma chance de antecipar ao certo o que virá a ocorrer.

No geral, a obra será mais um dos filmes que ficará para a história da dupla, Hanks e Spielberg. Com uma mistura de mistério, habilidade e competência de ambos os lados, Ponte dos Espiões é um prato cheio para os fãs de cinema.


Luana Feliciano – 2° Período

O mal pela raiz

Você já ouviu falar na cidade de Sicário? Ela é um dos principais centros de cartel de drogas mexicano da vida real, e é nela mesma que se passa o novo longa-metragem policial da Paris Filmes. Com o lançamento marcado para dia 22 de outubro e um elenco de atores e atrizes premiados e nomeados ao Globo de Ouro e ao Oscar, este suspense traz críticas sociais e questionamentos morais em cada um de seus 120 minutos de ação.sicario terra de ninguem poster

 Em “Sicário: Terra de Ninguém”, Kate Macer (Emily Blunt) é uma policial responsável, que age de acordo com a lei e trata de casos de sequestro, sendo o mais recente, um dos mais perturbadores que ela já presenciou em toda sua carreira. Quando é convidada por Matt Graver (Josh Brolin) para participar de uma operação especial que pode acabar com o mal pela raiz do mundo das drogas, ela aceita, mesmo que isto a leve a questionar seus princípios éticos. Alejandro (Benicio Del Toro) trabalha ao lado de Matt e possui um segredo que o torna uma peça persistente na missão. O parceiro de Kate, Reggie (Daniel Kaluuya), é como ela, ajuizado e consciente de seus atos, e presta uma ajuda emocional e suporte dramático para a personagem.

Nesta disputa entre Estados Unidos e México, é oferecida a pergunta: “Quem é o herói e quem é o vilão da história?”. Apesar de estar claro quem a indústria quer que transpareça como campeão, justificando atos brutais pelo lado americano, é difícil aceitar a realidade passada no filme. Esta é uma clássica história americana, em que alguns pontos se revelam inovadores, como a escolha de não abdicar cenas de pessoas vomitando, corpos em decomposição e membros decepados para talvez “poupar” o público. Entretanto, em outros pontos, se passam por preguiçosos, como o uso da câmera que em muitos momentos parece querer nos forçar a dizer: “sim, o pôr do sol é lindo, mas podemos voltar à ação?”.

Talvez o fato de este ser o primeiro roteiro de Taylor Sheridan (ator de Veronica Mars e Sons of Anarchy) justifique alguns diálogos sem sal durante o longa, mas nada que não seja compensado pela incrível atuação de todos os atores, com destaque para Josh Brolin, Benicio Del Toro e Emily Blunt. Inclusive, o diretor se orgulha em dizer que possui uma policial como protagonista, tentando agradar feministas de plantão, mas falha em mantê-la como uma personagem forte, principalmente a partir da conclusão final da narrativa.

Enfim, para quem gosta do gênero, com certeza vale a pena dar uma conferida nesta “Terra de Ninguém”. E o mais importante ao se assistir um filme como este é analisar, perceber o quanto a disputa se parece com algo vivido no Brasil entre favela e asfalto, e principalmente, dar o valor merecido a última cena e o quanto ela diz sobre a natureza social e a realidade de tantas pessoas.

Luana Feliciano – 2° Período

“Malala” | Filme sobre a ganhadora do Nobel da Paz chega ao Brasil em novembro

Documentário é inspirado na militante paquistanesa Malala Yousafzai

00Muita gente já ouviu falar em Malala Yousafzai, a jovem paquistanesa que ganhou o mundo pelo ativismo frente aos direitos à educação e o direito das mulheres no Vale do Swat, no Paquistão, onde o Talibã proíbe meninas e jovens mulheres de frequentarem escolas.

Por ser tão incisiva, em outubro de 2012 Malala sofreu um atentado quando entrava em um carro escolar. Um terrorista do talibã a chamou pelo nome e disparou três tiros em sua direção. Um deles acertou o lado esquerdo da sua testa, dando entrada no hospital já em estado grave. A medida que seu quadro foi melhorando, a jovem que até então tinha 15 anos foi transferida para Birmingham, na Inglaterra, onde ficou exilada.

Em 10 de outubro de 2014, um grande feito: em uma cerimônia em Osio, na Noruega, Malala recebeu o prêmio Nobel da Paz, por “sua luta contra a supressão das crianças e jovens pelo direito de todos à educação”, com apenas 17 anos se tornou a mais jovem ganhadora de um Nobel na história. Posto antes ocupado pelo físico australiano Lawrence Bragg, aos 25 anos.

O documentário, dirigido por David Guggenheim, vencedor do Oscar de Melhor Documentário de 2007, por “Uma Verdade Inconveniente”, conta isso e muito mais em “Malala” que tem estreia prevista para o dia 19 de novembro nos cinemas brasileiros.


Lucas Aguiar – 6º Período

Fotojornalismo em evidência

O Museu de Arte do Rio é um espaço dedicado para à arte e à educação. Situado na Praça Mauá, o espaço traz exposições completamente voltadas para a fotografia, como: “Evandro Teixeira: A Constituição do Mundo”, que conta a trajetória dos quase 60 anos de carreira do fotógrafo, e a exposição “Ângulos da Notícia – 90 anos de fotojornalismo do Globo”, que apresenta um percurso através do rico arquivo fotográfico do O Globo. As fotos abrangem os principais temas jornal, em especial, sua dedicação ao Rio de Janeiro.

Ao longo do tempo, o jornal O Globo registrou momentos históricos com apenas um click. As fotografias foram, sem dúvidas, a narrativa mais marcante. E neste ano, o jornal comemora os 90 anos de fotojornalismo. Nas paredes, estão estampados trechos escritos por jornalistas que contribuíram para a história do Jornal. “As fotos desta exposição atestam isso: cobrem jornalisticamente, as muitas caras que a cidade foi adquirindo a cada etapa da invenção… Sim, o Rio é maravilhoso, mas não é perfeito. Que o digam sobre tragédias, algumas inevitáveis, outras não…”, conta João Máximo, jornalista, escritor, pesquisador, crítico musical e repórter especial do Globo.

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Atrelado ao fotojornalismo, o MAR, também evidência a trajetória do fotógrafo Evandro Teixeira, que iniciou no jornal carioca “Diário da Noite” (1958), e passou quase cinco décadas no “Jornal do Brasil”. Suas atuações possibilitaram que ele se tornasse parte significativa de nosso imaginário do Rio de Janeiro e sobre o Brasil. Evandro é reconhecido mundialmente pelas suas fotos, que foram exibidas em diversos museus do mundo, como Belas Artes de Zurique, na Suíça; Museu de Arte Moderna La Tertulha, Colombia; e do MASP, em São Paulo.

As obras trazidas ao público representam a capacidade do fotojornalista de mover-se no interior da notícia para construir a imagem e experiência dos fatos. Tendo no perfil características verídicas e urbanas, seus cliques buscam atravessar aspectos diversos da vida cotidiana, como o universo da praia, a musica, esportes, manifestações ao longo da ditadura militar, além de ampliar seu olhar para outros países, como a cobertura fotográfica feita na morte do poeta chileno Pablo Neruda.

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A obra de Evandro Teixeira atua a contrapelo do “instante decisivo” da fotografia. Sua capacidade de estar diante não é pelo sentido da oportunidade de Cartier/Bresson de “estar no lugar certo, na hora certa”, mas de compreender como deve mover-se no interior da notícia para construir a imagem e a experiência dos fatos. ” Ele faz da fotografia um ato diário de resistência à opacidade do mundo, íntimo e imbuído de identificação”, explica o curador Paulo Herkenhoff da exposição.

O MAR é uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria a Fundação Roberto Marinho e a exposição do fotojornalista reafirma o espaço dedicado a fotografia, contendo também uma mostra sobre ”Kurt Klagsbrunn, um fotografo humanista no Rio (1940-1960)”, sendo o marco inicial do programa. O espaço contém também ”Ângulos da Notícia – 90 anos de fotojornalismo em O Globo”. Manoel Cabral, historiador, visitou pela primeira vez as exposições, prometendo voltar, “É bem bacana, além de ser um gênio, suas obras mostram a realidade nua e crua do povo brasileiro”.


Raquel Maia- 6º Período
Rodrigo Soares- 4º Período
Thiago Carvalho- 4º Período

João Vitor Barros- 4º Período

Voluntários fazem a alegria das crianças em Jardim Gramacho

Na última segunda (12), foi comemorado o Dia das Crianças. Em qualquer lugar tem festa, alegria e muito presente. Nesse ano, uma novidade invadiu a Comunidade do Esqueleto em Jardim Gramacho, Duque de Caxias – RJ. Instituições que atuam dentro do maior lixão da América Latina – que foi desativado há poucos anos – se juntaram para a realização uma grande festa para os meninos e meninas que lá vivem.

“Esse ano tivemos a ideia de juntar todos, com objetivo que a festa ganhe volume. Que ela não fosse fracionada, com cada organização fazendo a sua. A ideia é cansativa, trabalhosa, porém muito gratificante. Isto também serve para salientar que estamos todos no mesmo time”, diz Mauro Cruzeiro, líder de projeto na comunidade.

Crianças da comunidade brincando (foto: Isabel Gaudard)

Crianças da comunidade brincando (Foto: Isabel Gaudard)

Para organizar toda essa estrutura, a equipe de produção precisou de muitos dias para preparar o evento. Grande parte do tempo foi gasto na busca de colaboradores que apoiassem a causa, arrecadando presentes, alimentos e diversos outros materiais. Nos dois dias que antecederam a programação, um grupo se organizou para realizar um mutirão de limpeza na rua em que o evento aconteceu. “Novos amigos estão se juntando a esta obra para somar e contribuir com as famílias”, conta Adriane Maia, colaboradora de projeto na comunidade.

Desde às 7h da manhã, voluntários e organizadores do evento estavam empenhados nos preparativos finais da festa. Seja ensacando doces, embrulhando os presentes, preparando o cachorro-quente, a pipoca, montando as barracas e os brinquedos. Até as crianças colocaram a mão na massa, e dava para perceber a ansiedade delas em desfrutar de tudo que fora preparado para elas. “Eu estava esperando este dia desde a semana passada, e ele chegou, quero muito uma boneca da Frozen.” – conta Marcielle, de 7 anos.

Pessoas de várias partes do estado do Rio de Janeiro, e de fora, se uniram para transformar esse sonho em realidade. “É muito bom ver os líderes se organizando, pessoas de vários lugares trabalhando neste dia. E essa ação irá tocar outras pessoas a ajudar das próximas vezes”, afirma Luiz Antônio Rosa, pastor de uma igreja local.

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Sorrisos e gritos de alegria expressavam a satisfação das crianças e dos moradores da comunidade. “Ser amada é bom demais, alguém que olhe por nós. Se você quiser nos ajudar, venham conhecer o Jardim Gramacho.” – declara com alegria Naiane Silva, moradora da comunidade.

Voluntária brinca com criança da comunidade (foto: Isabel Gaudard)

Voluntária brinca com criança da comunidade (Foto: Isabel Gaudard)

Mais de trezentos voluntários dedicaram seu dia para atender a comunidade. Da cozinha, ornamentação, organização dos presentes, atividades de recreação, todos estavam envolvidos nesta causa. Mesmo com sol intenso, os incansáveis voluntários estavam com um sorriso no rosto e felizes por estarem ali. “É muito bom estar aqui, hoje nós estamos manifestando o amor, da mesma forma que damos, recebemos mais dessas crianças”, diz Isabel Gaudard, voluntária do evento.

Ao todo, mais de duas mil pessoas foram alcançadas e mais de 1000 crianças se divertiram e receberam presentes. Atitudes como esta trazem alegria para as famílias do Esqueleto. “Hoje nós somos portadores dessa alegria para as crianças. É gratificante todos juntos num só propósito, isso não tem preço”, afirma Israel Almeida, pastor e um dos organizadores.

Por mais que a comunidade se chame Esqueleto, é somente no nome. Pois a vida, as cores e a esperança habitam nas moradas do local. As dificuldades são grandes, mas em momentos como este, ela se torna passageira. O invisível toma forma e passa a ser visto. E o amor que é partilhado, nem mesmo o dicionário Aurélio é capaz de definir.


Vinícius Fernandes- 4º Período

ESPECIAL: Dia dos Professores

Mestres da Educação

Hoje comemoramos o dia dos educadores; os profissionais que formam todos os outros profissionais; os mentores do conhecimento; os professores. Eles nos ensinam a ser pessoas melhores a cada dia, pois têm como objetivo nos instruir tanto em relação ao saber técnico, quanto à ética. Embora sejam pouco valorizados é a partir deles que a sociedade se constrói e se aperfeiçoa a cada dia.

No dia 15 de outubro de 1827, dia consagrado à educadora Santa Teresa de Ávila, Pedro I, Imperador do Brasil baixou um Decreto Imperial que criou o Ensino Elementar no Brasil. Pelo decreto, “todas as cidades, vilas e lugarejos teriam suas escolas de primeiras letras”. Essa lei se tratava da descentralização do ensino, do salário dos professores, das matérias básicas que todos os alunos deveriam aprender e até sobre como os professores deveriam ser contratados. No primeiro artigo, constava que as Escolas de Primeiras Letras deveriam ensinar, para os meninos, a leitura, a escrita, as quatro operações de cálculo e as noções mais gerais de geometria prática. E às meninas aprenderiam a costurar, bordar e cozinhar.

Esta carreira é uma arte que exige paciência, empatia, compaixão e destreza, habilidades estas que nenhuma aula teórica pode passar, mas que, pelo dom do prazer torna o mundo um lugar melhor e com a capacidade de mudar vidas. Mesmo em uma sociedade que não os admira como deveria ser, isto nunca impediu que parassem de surgir incríveis professores, sempre trazendo lucidez ao mundo.

Nesta homenagem da Agência UVA, os professores Altayr Derossi, Luís Bittencourt, Maristela Fittipaldi, Mônica Miranda e Rafael Dupim, todos representantes dos setores de comunicação, foram entrevistados e nos contaram um pouco de suas experiências, escolhas e vivências como educadores. Para todos os professores, o nosso mais sincero agradecimento e desejo de que sejam apreciados e respeitados como merecem.


Rafael Dupim- A importância do ensino criativo


Rafael Dupim- Coordenador da Agência Criativa

Rafael Dupim- Coordenador da Agência Criativa

O primeiro contato com o ambiente acadêmico de Rafael Dupim foi aos 18 anos, quando começou a dar aulas de inglês. Já na graduação, se entusiasmou pelo assunto das mídias digitais, justamente no contexto de descoberta desse ramo. Ele também gostava muito de música e começou a estudar a relação entre os dois assuntos. Assim, Rafael fez mestrado em mídias digitais, estética e tecnologias da comunicação na UFF e a partir daí foi professor da Universidade Veiga de Almeida.

Atualmente coordenador da Agência Criativa, Rafael Dupim auxilia monitores, estagiários e alunos de prática profissional. O objetivo do setor é divulgar informações da coordenação para o curso de publicidade, por meio de cartazes ou via redes sociais. As peças publicitárias são elaboradas pelos alunos com o uso de programas, como o Photoshop e Illustrator, com base na demanda do campus.

A Agência Criativa ainda pode, em parceria com o curso de marketing, ajudar na elaboração das campanhas publicitárias da faculdade. Atualmente, há um projeto para divulgar e promover possíveis bandas dos alunos de publicidade e propaganda, por meio das peças criadas no setor.

Agência Criativa

Agência Criativa

“Eu gosto do ambiente, da troca de conhecimento, e da rotina. A gente vê de fato, no final do semestre, o que foi estudado dentro de sala se manifestando nos alunos depois. Muitas vezes, os alunos sugerem assuntos a ser abordados em sala de aula e o relacionam com o cotidiano deles. È muito gratificante perceber o retorno dos alunos e poder aprender com eles experiências que levarei para a minha vida”, declara o professor.


Altayr Derossi- O outro ângulo da aprendizagem


Altayr Derossi- Professor de fotografia

Altayr Derossi- Professor de fotografia

O laboratório de fotografia é usado pelo professor Altayr Derossi com a finalidade de dar suporte às aulas práticas das disciplinas de fotografia, fotojornalismo e fotopublicidade. O espaço fornece aos alunos equipamentos para aprimorar na prática o conhecimento adquirido em sala de aula, de modo a estimular o gosto pela disciplina.

Altayr é fotógrafo há 27 anos e há 20 é professor. Depois de concluir a graduação, ele foi convidado para lecionar um curso de extensão na Universidade Gama Filho, onde começou a academia. A partir daí, pode perceber uma mudança em seu objetivo. Não se tratava mais de ensinar apenas a fotografar, mas sim de deixar um legado para a vida toda dos estudantes.

“O aluno entra na faculdade ainda muito novo. Cabe ao professor mostrar como eles precisam chegar ao mercado de trabalho e como devem se portar para ser um cidadão responsável, dentro das suas obrigações”, esclarece o fotógrafo. Como exemplificação desse ensinamento, Altayr diz respeito ao papel do professor de estimular o respeito ao próximo e a ética, em vez de permitir o plágio e a cola, cada vez mais presentes.

Equipamentos da aula de fotografia (foto: Altayr Derossi)

Equipamentos da aula de fotografia (foto: Altayr Derossi)

Além da importância do professor como formação do cidadão, ele também frisa o valor da troca de experiências com a turma. O fotógrafo afirma aprender muito com os alunos pelo fato deles serem mais antenados em relação à tecnologia, já que no início da carreira a fotografia era analógica e não digital. “O país está mudando, as pessoas também. Os alunos vivem com o celular ligado. Temos que tentar acompanhar essas mudanças, em relação à tecnologia, a fim de tirar o maior proveito do aluno”, expõe o fotógrafo e também professor Altayr.


Maristela Fittipaldi- Experiências que somam


Maristela Fittipaldi- Editora da Revista Veiga Mais

Maristela Fittipaldi- Editora da Revista Veiga Mais

Desde 2002 Maristela Fittipaldi é a editora da Revista Veiga Mais, na qual o tema é escolhido pelos alunos ou proposto pela coordenação. Esse ano dentre os temas escolhidos estão a acessibilidade, a diversidade, a paz e a moda. A professora leciona diversas disciplinas dentro do curso e uma delas é o Jornalismo em Revista, cuja finalidade é a elaboração das matérias, por meio dos alunos.

Eles devem tirar as fotos, escolher a angulação das pautas, e redigir os textos, com o auxílio da professora. Depois que todo o conteúdo fica pronto, a professora Érica Ribeiro, orientadora do projeto, finaliza o material com os alunos, referente à parte da diagramação e define qual matéria será aproveitada na edição elaborada. Além da Revista Veiga Mais, a faculdade conta com a Esquina Grande Tijuca e a Folha da UVA, porém só a primeira é impressa.

Quando mais nova Maristela não queria ser professora, porque era muito tímida. Ela escolheu fazer jornalismo e no decorrer da graduação começou a interagir mais com as pessoas, sem receio. Até que foi convidada pela colega de profissão Luiza Cruz para uma palestra na Universidade Veiga de Almeida. Após essa experiência, Maristela se entusiasmou com as ideias debatidas no evento e pensou na hipótese de formar jornalistas melhores do que aqueles os quais encontrou no mercado de trabalho, tanto em relação à técnica quanto à ética.

“Quando nos preocupamos com a ética, contribuímos realmente para a melhoria da sociedade. O papel do professor é guiar esse aprendizado”, menciona a jornalista. Além disso, Maristela frisa que o professor deve estar sempre atualizado para que os alunos o correspondam. “Busco estimular os alunos ao realizar atividades que demandem uma interação. Na aula de redação em jornalismo, por exemplo, acompanho o processo deles ao realizarem a matéria. Sempre estou disposta a tirar dúvidas e a corrigir os exercícios dados em sala de aula”, acrescenta a própria.


Luís Bittencourt- A prática leva a perfeição


Luís Bittencourt- Diretor da Agência UVA

Luís Bittencourt- Diretor da Agência UVA

Luís Bittencourt é o idealizador e orientador das atividades referentes à Agência UVA. No setor, são produzidas diversas matérias semanalmente que discutem temas culturais, educacionais, de entretenimento, saúde, com a estrutura de uma verdadeira redação jornalística.

O diretor da Agência UVA escolheu ser professor por decorrência natural de seu planejamento de vida profissional. Quando ele terminou a graduação, já trabalhava em uma redação, mas sempre pensando em voltar aos estudos. Após concluir seu mestrado pode participar ativamente da academia. “Achei que poderia ajudar na formação de jornalistas. É o que faço até hoje. A maior satisfação de um professor é ver os alunos se formarem se transformarem em ótimos profissionais”, diz o professor.

Por ter a responsabilidade de cuidar tanto da Agência, quanto de uma área inteira da Comunicação Social, o nível de profissionalismo exigido é alto, e as habilidades de gestor, também. De qualquer forma, o fato de ser também professor é um grande aliado, pois o faz compreender melhor a demanda que vem da sala de aula e como aplicar seus conhecimentos e ideias de forma utilizável para dentro do local educacional.

Além disso, Luís Bittencourt se refere à expressão “aprender a aprender” como o uso de metodologias mais ativas, que permitem ao aluno ganhar independência na aprendizagem, tornando o papel do professor o de mediador entre o estudante e o conhecimento. “Como diz uma professora e escritora, ‘o universo é um viveiro de signos’, o que temos que fazer é desvelar e compreender esses signos, ou seja, buscar o sentido que está em todas as coisas e lugares”, diz o educador. Ainda falando sobre o assunto, o jornalista completa: “bom professor é aquele que ajuda o aluno a dar sentido ao seu universo pessoal e profissional”.

Ele também critica a utilização da expressão “Pátria Educadora” em um governo que não cria políticas públicas consistentes a médios e longos prazos, enfatizando que a presença do professor, seja em que nível for, é fundamental numa sociedade, pois, além de contribuir para a formação das pessoas, é uma figura simbólica que precisa ser respeitada e valorizada. “Quem recebe um bom ensino, desenvolve suas habilidades e competências em sala de aula, apreende e pratica valores essenciais para viver em comunidade se torna um bom cidadão e contribui para uma sociedade democrática e igualitária”.


Mônica Miranda- Um bom aluno não tem preço


Mônica Miranda- Diretora da TVUVA

Mônica Miranda- Diretora da TVUVA

Mônica Miranda é diretora e supervisora geral da TV UVA, a Web TV Universitária da faculdade Veiga de Almeida. Neste projeto, são elaborados programas que falam sobre educação pedagógica, carreiras profissionais, saúde, gramática, entrevistas com artistas, as dicas para o fim de semana, e muito mais. São os próprios alunos que cuidam da roteirização, apresentação, produção e edição das atrações, dando espaço para o aprendizado prático da rotina e vida de profissionais da área. “Dentro da TV nós oferecemos workshops e toda a preparação para o aluno que chega, desde o primeiro período até o último. Eles querendo atuar na TV, as portas estão abertas. Mesmo sabendo absolutamente nada, ele vai sair daqui pelo menos com alguma formação para o mercado de trabalho”, completa a jornalista.

O desejo de Mônica em dar aula estava em seu subconsciente, ela estudava dando aula e quando a perguntavam qual seria sua carreira sua resposta era, a princípio, professora de educação física e somente depois tinha se decidido por ‘algo na área de comunicação’. A professora passou dezenove anos trabalhando somente na área televisiva até receber o convite e incentivo de duas grandes amigas. “A Ediana Avelar e a Eliana Furtado, que já davam aula aqui me chamaram porque tinha surgido uma vaga de coordenadora do departamento do centro de produção e elas falaram que era a minha cara. E eu me lembro que na época eu falei ‘tá maluca? O que é que eu vou fazer em uma universidade?’ A professora Ediana é que me pegou, me colocou no carro, e disse: ‘vamos lá fazer a entrevista com o Bitt porque ele tá procurando alguém com o teu perfil’. E aí eu fiz a entrevista, completamente despretensiosa, e fui aprovada”, conta a comunicóloga.

Alunos monitores da TVUVA

Alunos monitores da TVUVA

O trabalho e esforço dentro da universidade foram tantos que já renderam um prêmio para a TV Universitária em 2010: “Foi uma conquista e tanto! A ideia surgiu de uma aula de psicologia do desenvolvimento, porque além de tudo eu faço pedagogia. Nós estávamos discutindo os novos paradigmas de família e aí me veio à ideia de fazer um documentário, uma pesquisa bem mais elaborada com um grupo de alunos. E pra nossa grata surpresa a universidade foi premiada por ‘Melhor Documentário’”.

A paixão pelo ato de ensinar foi rápido e decisivo na vida da diretora da TV UVA, ela deixou seu emprego na emissora Rede TV para apostar em seu novo projeto. “Tudo que me desafia, é algo novo, me motiva”, diz a jornalista. “Eu resolvi implantar o canal universitário que foi pra isso que eu convidada e daí não tinha como eu não ir pra parte acadêmica, porque eu trabalhava direto com aluno, ensinava tudo que eu sabia pra eles. Foi só uma transição da área de produção pra sala de aula. E quando eu entrei na sala de aula, foi amor à primeira vista”, finaliza a jornalista.


Luana Feliciano- 2º Período
Luiza Esteves- 4º Período

De problema social á filme de ação

Prometendo muita aventura, o filme “Operações Especiais” estréia amanhã (15) nas telonas, sem muito brilho e longe de alcançar as espectativas. Mesmo com um elenco de peso (Cléo Pires, Thiago Martins, Marcos Caruso, Antônio Tarbet e Fábio Lago) o longa não consegue prender a atenção do público por muito tempo.

operações especiais

A história é situada no interior do Rio, na cidade de São Judas do Livramento. Com a retomada do morro do alemão, os crimes no local começam a aumentar e os governantes armam um plano para combater os bandidos e convocam uma unidade policial liderada pelo delegado Paulo Froes (Marcos Caruso), que conta com a ajuda da inexperiente Francis (Cléo Pires).

Mauro Lima, Tomas Portella e Martina Rupp – roteiristas do longa – procuraram abordar subjetivamente os problemas sociais do estado, como violência, corrupção. Enquanto o diretor Tomás Portela transcreveu essas intenções, focando na população e na própria polícia, com um olhar da coorporação visto pelo universo feminino, explorando a questão do medo, da insegurança e do preconceito.


Brigida Brito- 6º Período

O retrato da nova geração

musicas, amigos e festaCom um protagonista retirado dos sonhos de muitas garotas, um enredo não muito trabalhado e uma trilha sonora bem interessante, “Música, Amigos e Festa”, ou no original “We Are Your Friends”, surpreende por não ser apenas mais uma história do estilo American Dream. Se baseando nas imagens de divulgação, ao elenco teen e ao diretor, Max Josef (Catfish), é normal de se esperar que a história seja parecida com a de Magic Mike, com um toque de música eletrônica.

Em uma sociedade onde todos parecem estar perdidos e que o famoso “O que você quer ser quando crescer?” surge durante toda a vida dos jovens, “Música, Amigos e Festa” estréia amanhã (15) e trás uma história de autoconhecimento, onde finaliza com uma mensagem bem nítida. “And we ever be better than this?” (E nós nunca seremos melhores que isso?), mostrando não apenas um novo ciclo para os personagens, mas que qualquer um tem o poder de ser um pouco melhor, é apenas querer.

Em termos técnicos, é um filme bem dirigido. A dinâmica da direção se destaca nas cenas em que o ator quebra a quarta parede e se dirige ao telespectador. Max, que contou com a ajuda de também fez uso de toda sua experiência do reality Catfish e usou muitas artes gráficas, para deixar a narração mais divertida.

O elenco do longa marca o que todos já sabiam, Zac Efron não é mais um ator de filmes infanto-juvenis. Contendo drogas apelos sexuais, o filme é direcionado para um público mais crescido, talvez para as pessoas que acompanharam a saga “High School Musical” quando crianças e hoje já estão entrando na fase adulta. Como protagonista, Efron não decepciona, mas também não surpreende, assim como Kristen Stewart.

Todavia, Emily Ratajkowski, que interpreta Sophie, não convence em cena, se mostrando entediada e muito mais interessada com assuntos externos, do que entregue ao papel. Jon Berhthal (Shane, em “The Walking Dead”, e futuro Justiceiro, em “Demolidor”), Wes Bentley (Seneca Crane, em “Jogos Vorazes”) e Shiloh Fernandez (que fez “Pássaro Branco na Nevasca” e “A Garota da Capa Vermelha”) completam a parte mais conhecida do elenco.

“Música, Amigos e Festa” é um filme divertido de se assistir, com uma boa crítica social e uma trilha sonora que irá fazer o telespectador querer dançar junto. Não é uma obra para marcar a história do cinema, mas também não é de se jogar fora. No fim, é um bom filme para se passar o tempo.


Junno Sena- 4º Período