RED, a Webserie que vai te Conquistar

Muito comentada em diferentes redes sociais, RED chama atenção por se tratar da primeira web série com temática lésbica do Brasil. Inspirado em séries e novelas, nacionais e estrangeiras, como “Em Família”, da Rede Globo, e “Orange Is The New Black”, do Netflix, RED conta a história de Mel (Luciana Bollina) e Liz (Ana Paula Lima), atrizes que se conhecem durante as filmagens de um curta metragem e decidem levar para a vida real a continuação do relacionamento vivido no set de filmagens.

“A Liz me encantou”, disse Ana, que se encantou de imediato com a personagem e se surpreendeu com o apoio do público ao projeto. A equipe de RED tem recebido solicitação de aumento na duração dos episódios, que têm cerca de oito minutos.

Luciana Bollina e Ana Paula Lima em cena

Luciana Bollina e
Ana Paula Lima em cena

“O problema de aumentar o tempo dos episódios é que isso requer fatores externos que, hoje, inviabilizam essa possibilidade, como a agenda das atrizes e do diretor, que não mora aqui. Como este é um projeto independente, sem verba e/ou patrocínio, nós tentamos encaixar as datas de gravação na agenda de todos os envolvidos de maneira suave, de modo a não impossibilitar demais compromissos profissionais. Então, não é tão simples conseguir tempo de reunir todo mundo para gravar episódios maiores”, explica Viv Schiller, que, junto com Germana Belo, escreveu a web série.

Sem revelar muitos detalhes, a roteirista ainda disse que a segunda temporada, que estreia no dia 26 deste mês, chegará com surpresas, mostrando um pouco mais das nuances da personalidade de Mel e de Liz, e como isso refletirá no relacionamento delas.

A primeira temporada – e, em breve, a segunda! – está integralmente disponível no canal oficial da web série: www.vimeo.com/redwebseries

Por: Iago Moreira e Brigida Brito.

Francisco Barbosa, um dos Maiores Nomes da Rádio Brasileira

O radialista da Tupi, Francisco Barbosa, também participou da gravação do programa “Jogo Aberto”, da TV Uva. Para Barbosa, “o papel do comunicador é, a partir da informação, fazer uma ponte de facilitação para a vida do indivíduo”.

Jornalista Francisco Barbosa

Jornalista Francisco Barbosa

“ Você informa”, diz ele, “e informando você mostra para o cidadão o que está acontecendo e como é que ele faz para lidar com as situações. Através do serviço ele possa dar prosseguimento e viver melhor a situação que está vivendo” , afirma o radialista.

Francisco Barbosa já trabalhou na rádio Globo AM e, atualmente, comanda o programa “Super Rádio Tupi” aos domingos. Barbosa já foi candidato a Deputado Federal nas eleições de 2014, mas não conseguiu se eleger. Ele tentou fazer da política algo complementar à comunicação, achando que poderia ajudar a resolver os problemas das pessoas.

“O preço é muito alto, paguei muito caro por isso. E não pretendo voltar. Não tenho caixa para uma segunda rodada”, conclui o locutor, indignado com o cenário político do país.

Por: Brigida Brito e Iago Moreira

Felipe Boaventura fala sobre sua nova obra: A Cidade é um Rim

Livro A Cidade é um Rim

Livro A Cidade é um Rim

O autor do livro “A cidade é um rim”, Felipe Boaventura, foi ao programo “Jogo Aberto” para contar um pouco mais sobre a história do seu novo livro. A obra é ágil, tem personagens e narrativas curtas sobre as cidades em geral, inclusive sobre o Rio de Janeiro. O autor conta que a iniciativa de escrever um livro não veio dele e sim do próprio editor.

“Ao contrário da maioria dos autores, eu não queria publicar. Eu tinha aquilo na mão e via que não estava bom. O meu editor conversou comigo umas cinco vezes na tentativa de me convencer. Eu percebi que poderia dar certo, então, voltei a reescrever algumas coisas e ele olhou, gostou e disse que agora sim eu tinha um livro. Acreditando nele, resolvi publicar”, explicou Boaventura.

Apesar de ter abandonado cinco faculdades, Felipe é formado em eletrônica e está cursando Letras – Português/ Literatura na UFF. Além de escritor é webdesigner e trabalha em uma empresa de engenharia. Felipe tem 30 anos de idade e é de Santa Cruz, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Escritor Felipe Boaventura

Escritor Felipe Boaventura

Mesmo não tendo planos para o próximo livro, o autor pretende explorar mais as narrativas curtas. “Uma das coisas que está me chamando muita atenção no mercado é a Literatura Fantástica. É o único tipo de literatura que jovens leem 500 páginas num livro só. Nenhum autor nacional está fazendo isso mais”, conclui o escritor.

Por: Brigida Brito e Iago Moreira

Felipe Ruggeri: comédia se aprende no colégio

Na escola, Felipe Ruggeri era um daqueles alunos que animavam a turma. Tanto imitava comm perfeição os professores que uma amiga descobriu nele um comediante nato. Resultado: acabou noutra escola, só que, desta vez, para fazer teatro. Fez o curso no Tablado e mais dois anos de artes cênicas.

Felipe Ruggeri

Felipe Ruggeri

Felipe participou do Prêmio Multishow de humor em 2013 e também do concurso “Quem Chega Lá”, no programa do Faustão. Nos dois concursos chegou à final. A repercussão no programa “Quem Chega Lá” foi tão grande que ele foi convidado para participar do “Saco de Risadas”, outro quadro de humor do programa do Faustão.

“Eu tenho o lado do esporte muito forte e a Rede Globo também. Teve a Copa do Mundo e eu fiz alguns quadros como o “Saco de Risadas” na Copa do Mundo, no Natal e na festa de fim de ano. Então, eu estou lá até me contratarem de vez”, afirma ele entre risadas.

Hoje, Felipe Ruggeri é ator, jornalista e radialista. Integra o programa “De Primeira”, na Mix RIO FM 102,1, onde consegue juntar o esporte com o humor. “O meu programa, como é de esporte com humor, juntou as duas coisas que eu mais gosto. Então pra mim é uma diversão sentar ali”, conclui o radialista e humorista Felipe Ruggeri.

Por: Brigida Brito e Iago Moreira

RED, a Webserie que vai te Conquistar

Muito comentada em diferentes redes sociais, RED chama atenção por se tratar da primeira web série com temática lésbica do Brasil. Inspirado em séries e novelas, nacionais e estrangeiras, como “Em Família”, da Rede Globo, e “Orange Is The New Black”, do Netflix, RED conta a história de Mel (Luciana Bollina) e Liz (Ana Paula Lima), atrizes que se conhecem durante as filmagens de um curta metragem e decidem levar para a vida real a continuação do relacionamento vivido no set de filmagens.

“A Liz me encantou”, disse Ana, que se encantou de imediato com a personagem e se surpreendeu com o apoio do público ao projeto. A equipe de RED tem recebido solicitação de aumento na duração dos episódios, que têm cerca de oito minutos.

Luciana Bollina e Ana Paula Lima em cena

Luciana Bollina e
Ana Paula Lima em cena

“O problema de aumentar o tempo dos episódios é que isso requer fatores externos que, hoje, inviabilizam essa possibilidade, como a agenda das atrizes e do diretor, que não mora aqui. Como este é um projeto independente, sem verba e/ou patrocínio, nós tentamos encaixar as datas de gravação na agenda de todos os envolvidos de maneira suave, de modo a não impossibilitar demais compromissos profissionais. Então, não é tão simples conseguir tempo de reunir todo mundo para gravar episódios maiores”, explica Viv Schiller, que, junto com Germana Belo, escreveu a web série.

Sem revelar muitos detalhes, a roteirista ainda disse que a segunda temporada, que estreia no dia 26 deste mês, chegará com surpresas, mostrando um pouco mais das nuances da personalidade de Mel e de Liz, e como isso refletirá no relacionamento delas.

A primeira temporada – e, em breve, a segunda! – está integralmente disponível no canal oficial da web série: www.vimeo.com/redwebseries

Por: Iago Moreira e Brigida Brito.

RED, a Webserie que vai te Conquistar

Muito comentada em diferentes redes sociais, RED chama atenção por se tratar da primeira web série com temática lésbica do Brasil. Inspirado em séries e novelas, nacionais e estrangeiras, como “Em Família”, da Rede Globo, e “Orange Is The New Black”, do Netflix, RED conta a história de Mel (Luciana Bollina) e Liz (Ana Paula Lima), atrizes que se conhecem durante as filmagens de um curta metragem e decidem levar para a vida real a continuação do relacionamento vivido no set de filmagens.

“A Liz me encantou”, disse Ana, que se encantou de imediato com a personagem e se surpreendeu com o apoio do público ao projeto. A equipe de RED tem recebido solicitação de aumento na duração dos episódios, que têm cerca de oito minutos.

Luciana Bollina e Ana Paula Lima em cena

Luciana Bollina e
Ana Paula Lima em cena

“O problema de aumentar o tempo dos episódios é que isso requer fatores externos que, hoje, inviabilizam essa possibilidade, como a agenda das atrizes e do diretor, que não mora aqui. Como este é um projeto independente, sem verba e/ou patrocínio, nós tentamos encaixar as datas de gravação na agenda de todos os envolvidos de maneira suave, de modo a não impossibilitar demais compromissos profissionais. Então, não é tão simples conseguir tempo de reunir todo mundo para gravar episódios maiores”, explica Viv Schiller, que, junto com Germana Belo, escreveu a web série.

Sem revelar muitos detalhes, a roteirista ainda disse que a segunda temporada, que estreia no dia 26 deste mês, chegará com surpresas, mostrando um pouco mais das nuances da personalidade de Mel e de Liz, e como isso refletirá no relacionamento delas.

A primeira temporada – e, em breve, a segunda! – está integralmente disponível no canal oficial da web série: www.vimeo.com/redwebseries

Por: Iago Moreira e Brígida Brito.

TriGo, uma Brincadeira que Virou Coisa Séria

Com uma intenção despretensiosa de brincar com alguns conhecidos de suas redes sociais, os irmãos Leandro e Victor Leví chamaram seu amigo Lucas Moura para gravar um vídeo de cover musical para postar na internet.

Entretidos com a qualidade dos integrantes, o público prontamente compartilhou o vídeo e, em pouco tempo, o trio já estava fazendo sucesso nas redes sociais. Foi então que a turma decidiu dar um passo à frente e criar uma banda. Assim surgiu o Projeto TriGo.

trigo

Grupo TriGo

Na hora de batizar o grupo, Leandro pensou em um nome que remetesse ao número de integrantes, três. “Pensei em Trigo, de pão mesmo, porque tem Tri, que remete ao três. Quando mostrei para eles, para minha surpresa, eles gostaram e interpretaram como TriGo, Tri de três e Go de ir. Então, decidimos deixar esse nome com duplo sentido”, explicou Leandro, que além de cantor é professor de História.

O grupo não deseja sair da internet, mas quer melhorar sua produção e aumentar seu repertório musical para entreter, cada vez mais, o público e fortalecer sua marca na Web.

Por: Iago Moreira e Brígida Brito

Dienes e o Sucesso nas Novelas da Globo

Desde cedo, Dienes já tinha decidido o que queria ser quando crescesse: músico. Mesmo sem nenhum apoio técnico e num tempo que crianças não tinham tanta visibilidade – como nos dias atuais – o artista nunca desistiu de seus sonhos e batalhou muito para chegar aonde está hoje.

Canto

Cantor Dienes

Além de emplacar um hit na novela da Rede Globo “Malhação”, na temporada de 2013/2014, recentemente o artista fez muito sucesso com a música “Demorou, já é” na novela “Império”. Dienes chegou a se assustar com a repercussão da música. Segunda ele, a expectativa de emplacar esse hit era baixa, pois a música não tinha um personagem especifico, mas no desenrolar da trama o público foi gostando do seu trabalho e a música começou a estourar.

“A partir de império, muitas coisas se tornaram diferentes pra mim, como músico. Até mesmo minha forma de pensar, minha postura, o que os outros profissionais pensavam de mim e minha visão do cenário musical”, explicou o cantor.

Sem entrar em muitos detalhes, Dienes revelou que sua nova música “O ar que eu respiro”, em parceria com a cantora Negra-Li, que está na novela “I Love Paraisópolis”. “Estou super feliz. A música ainda não tocou, mas já está cotada, dentro da novela, como uma das músicas ligadas a dois personagens importantes”, concluiu o artista.

Por: Iago Moreira e Brígida Brito

Uma praça de histórias

Marcada por grandes acontecimentos e mudanças de nomes peculiares, a praça Afonso Pena é um dos principais locais de lazer do tijucano, que curte o contato com a natureza, esportes e se preocupa com o bem-estar.

Cercada por escolas, comércio e área residencial, o espaço é utilizado por pessoas de todas as idades, que vivem a correria do dia-a-dia. Fica entre várias ruas principais, o que faz o entorno possuir diversas linhas de ônibus e ainda uma estação de metrô, facilitando o acesso rápido e tranquilo.

Aos fins de semana, a praça é invadida pelas crianças que, durante os dois dias de folga na escola, se divertem nos brinquedos do local.

Paulo César leva sua filha Ingrid, de 4 anos, para brincar no espaço. Apesar dela se divertir bastante, ele acredita que a praça precisa de investimentos. “Gosto muito de trazer minha filha para brincar no pula-pula, ela gosta muito. Quanto aos outros brinquedos é bastante complicado. Ela até tem vontade de brincar, mas eu não deixo. Estão bem deteriorados e podem trazer risco para ela”, explica.

Estrutura que falta de um lado, mas sobra de outro. Embora os brinquedos para as crianças precisem de reparo, os aparelhos de ginástica do local estão em bom estado e são aproveitados por moradores da região. Uma delas é Elisabeth Carvalho, de 77 anos. Segundo a professora aposentada, a praça é a principal forma de distração.

“Meus amigos estão sempre aqui. Eu venho aqui para me exercitar e não ficar parada em casa. Depois do falecimento do meu marido, a praça me ajudou a continuar ativa e me levantar depois de tudo que aconteceu”, diz.

Feira livre

Bastante importante na manutenção da saúde, os alimentos saudáveis também têm seu espaço. Uma vez por semana, feirantes colocam suas barracas com grande diversidade de frutas, verduras e legumes.

O comerciante Jairo, de 46 anos, já trabalha na praça há pelo menos cinco anos. Segundo ele, o tijucano é caracterizado por consumir poucas calorias e costumam pensar em um prato bem colorido no ato da compra dos produtos.

Além de alimentos, a área é constante sede de feiras de artesanato, dando oportunidades aos artistas de comercializarem seus produtos.

Encontro entre amigos

Também é comum encontrar jovens estudantes que, após o período de aula, usam o espaço para conversar, encontrar os amigos , andar de skate ou mesmo aproveitar o clima agradável da cidade.

Um desses jovens é Pedro Carreto, de 17 anos, aluno do Colégio Pedro II. “Foi nessa praça que conheci minha primeira namorada e passei os melhores momentos da minha vida com meus amigos. Depois das ulas, a gente sempre vem para cá para conversar e relaxar um pouco”, conta. Para ele, o espaço tem um lugar espacial no coração: “essa praça não pode acaber nunca”.

(Emerson Magno)