Cuidados com a pele devem aumentar no verão

Uso de filtro solar é obrigatório, mas existem outras medidas de precaução

A exposição ao sol é o principal fator de envelhecimento da pele. E nessa época do ano o cuidado tem que ser redobrado, pois as temperaturas ficam cada vez mais elevadas. Como no calor a frequência das idas a praia, piscinas entre outros lugares ao ar livre, é preciso saber o que fazer para proteger a pele.

O uso do protetor solar UVA e UVB é o principio básico da proteção. Segundo a dermatologista Fernanda Chaves, na praia, até mesmo embaixo da barraca, deve-se usar o filtro solar, porque a pele pode ser afetada pelo reflexo do sol na areia.

“Temos que cuidar e proteger ao máximo a nossa pele, pois os problemas vão além da isolação e do envelhecimento precoce, existem problemas sérios de pele, entre eles o câncer, nos proteger da exposição exagerada do sol é fundamental”, explica.

O filtro solar deve ser aplicado a cada duas horas. Fernanda diz ainda que o uso de hidrantes e roupas mais leves também são recomendáveis para esta época. O cuidado com as crianças deve ser redobrado, principalmente as que ficam muito tempo na água – para elas, o filtro solar deve ser resistente à água e reaplicado a cada hora.

Outra medida que a dermatologista recomenda é evitar o sol entre 10h e 16h. Ela também sugere que não se fique horas na água, uma pausa embaixo da barraca ou na sombra é essencial. “O que os mais novos devem saber é que 80% dos danos à pele provocados pelo sol ocorrem antes dos 18 anos” explica.

A alimentação também é algo importantíssimo principalmente nessa época mais quente, comer coisas leves e se hidratar constantemente não podem ficar de fora da lista de cuidados segundo Fernanda. |Leia sobre alimentação saudável|

Após todas as dicas agora é só por sua roupa de banho a aproveitar.

Larissa Mazza – Jornalismo Digital – 6º período

Rio de Janeiro: cidade dos games

O ano é de 2021, o Brasil é uma das potências militares mundiais e o Rio de Janeiro é a sua capital. Mas com o poder vêm grandes responsabilidades e as tropas de “La Trinidad” ameaçam a segurança do país. Nesta situação, o governo brasileiro contrata os serviços de um esquadrão aéreo chamado H.A.W.X (High Altitude Warfare EXperimental Squadron – algo como esquadrão de guerra em altitude elevada, em tradução livre) e duas missões são dadas a estas pessoas: proteger o céu, a terra e o mar cariocas de ataques invasores e escoltar aviões até a selva amazônica. Durante esta missão, os pilotos sobrevoam por cenários como o Maracanã, Cristo Redentor, aeroporto do Galeão, a Lagoa Rodrigo de Freitas e passam entre as pilastras que sustentam a ponte Rio-Niterói.

Se ficou interessado em saber mais, continue lendo a matéria, porque há não só este jogo, mas vários outros que também têm a cidade do Rio de Janeiro como background. O jogo apresentado é o Tom Clancys HAWX (para PC, PS3 e Xbox 360). Toda a série deste game é baseada em guerras e serviços de espionagem, tais como os livros do escritor Tom Clancy. Só que, a partir desta edição, os jogos saíram da terra e foram para o ar. E nada melhor do que sobrevoar a mundialmente conhecida “Cidade Maravilhosa”.

As imagens realistas do jogo atraem a atenção de qualquer um. A razão de tanta qualidade é que foram gravadas do satélite Ikonos, da empresa GeoEye, que foi usado na captação da geografia do Rio de Janeiro como uma espécie de Google Earth. A cidade como cenário aparece em duas fases do jogo chamadas “Operation: Off Certification” and “Operation: Glass Hammer”.

Call of Duty: Modern Warfare 2

O Rio está dominado por traficantes. Você precisa enfrentá-los e eles estão em vantagem. Possuem mais armamento e conhecem a favela, com ruas apertadas e casas com muros finos, que de nada adiantam na proteção contra os tiros que não param de surgir por todos os lados. O objetivo é encontrar pistas que levem a Vladimir Makarov, ex-tenente do exército russo, que planejou um atentado terrorista em um aeroporto que matou vários civis. Na busca das pistas, é encontrado o contato de Makarov, Alejandro Rojas, o contrabandista de armas.

Esse é o jogo Call of Duty: Modern Warfare 2 (COD – MW2). Nele, os sons ininterruptos de tiros e os gráficos ambientam uma verdadeira guerra. A história é basicamente a continuação do título anterior, o Modern Warfare, soldados americanos contra terroristas russos. Neste caso, passaram-se cinco anos e o jogador pode escolher entre o grupo anti-terrorista Task Force 141, que tem a missão de eliminar o ultranacionalista Vladimir Makarov, e uma tropa de Rangers, com a tarefa de defender os Estados Unidos de uma invasão russa. Entre os cenários do jogo estão o Afeganistão, Rio de Janeiro, Sibéria e Washington D.C.

Além dos gráficos super realistas, os produtores do jogo fizeram questão de detalhar o “carioquismo” em diversos aspectos: quando um traficante é apanhado para interrogatório, a sua roupa é a típica bermuda, camiseta e chuteira, combinação só encontrada no Rio de Janeiro. Além disso, os personagens falam português e têm o sotaque e as gírias usadas na cidade. Os jogadores parecem apreciar a aproximação da realidade neste jogo. “É bem surreal jogar o Modern Warfare 2 sabendo que, por mais estranho que seja, a guerra que é representada no jogo, acontece mesmo. Alguns traficantes possuem uma bazuca e nós encontramos esse material no game, tal como aconteceu com policiais em 2011. Mas o que eu fiquei abismado mesmo foram as caixas de água ‘Fortlev’, que eles também usaram para ambientar a favela (risos)”, analisa Marcus Webber, professor de Educação Física e gamer.

Doutor em Computação Gráfica e professor da Universidade Federal Fluminense (UFF), Esteban Cluas analisa essa exploração da violência na cidade do Rio como negativa. “Acho realmente ótimo que escolham cidades brasileiras para background de jogos. Mas quando a violência se torna o foco, isso afeta nossa imagem lá fora. No último Brasil Game Show, realizado no Rio em 2011, tive amigos que relutaram bastante em vir devido à violência que era temida. Acontece que o Rio não é só isso. Acima da violência, que tem visivelmente diminuído, nós temos cultura e belezas naturais a oferecer que não se encontram em nenhum outro lugar”.

Gangstar Rio: City of Saints

 Boom! Seu carro foi alvo de um atentado contra você e sua namorada morreu. Vingança é a solução. Antes do atentado seu nome era Raul e fazia parte da gangue chamada Assassinos. Como um dos membros mais valorizados do grupo, a sua saída não foi bem aceita. Logo após conhecer Ana, sua personalidade mudou, desejava uma vida mais calma com a mulher da sua vida. Mas isso é passado. Agora você está na cama de uma prostituta que conta que o acidente desfigurou seu rosto e que foi necessário diversas cirurgias para chegar ao resultado atual. Ao olhar-se no espelho o susto é inevitável. A face repleta de cicatrizes não existe mais. Você é um outro cara e seu nome agora é Angel. E a gangue Assassinos não conhece este homem.

A cidade é o Rio de Janeiro e enquanto Angel busca a vingança pela morte de Ana, ele passa por diversos pontos turísticos da cidade: beaches (praias da Zona Sul e Oeste), jungles (Floresta da Tijuca, Maracanã e Cristo Redentor), favelas (não especificado), housing projects (casas em processo de construção, o cenário simboliza a Zona Norte) e industrial (também na Zona Norte). E ainda, há o Centro da cidade chamado de business e as ilhas ao redor da cidade, chamadas de islands. No game o jogador percorre estes seis “distritos” ao estilo do, já conhecido, Gran Theft Auto (GTA) onde é preciso comprar roupas, armamento e dirigir sem lei pela cidade.

Gangstar Rio: City of Saints é o segundo game da série Gangstar. Ele foi produzido pela Gameloft, distribuído pela App Store e roda nos sistemas operacionais Android e iOS (Ipad, Ipod touch e Iphone) além do Java para outros dispositivos.

Como é possível observar, a violência sempre ganha destaque quando relacionada com o Rio. Uma forma de combater esta tendência é investir na área, pensamento este que já rende frutos para os cariocas que já convivem com diversas escolas de computação gráfica, enquanto o mercado observa a procura cada vez maior de cursos em graduação nesta área. O professor Esteban Cluas tem acompanhado o mercado e confia que o Rio a partir deste “boom” de investimento em games ganhará cada vez mais destaque nos cenários dos jogos: “O gamer brasileiro deixou de ser passivo e começou a se interessar cada vez mais em produzir jogos. Em Recife por exemplo, temos um grande pólo de produção de games, e com isso, é provável que as cidades brasileiras sejam incluídas nos cenários. Como nos Estados Unidos em que Miami é bastante utilizada, aqui será o Rio de Janeiro.”

Enquanto esse dia não chega, os gamers brasileiros e os designers gráficos continuam usando como inspiração esta cidade que é abençoada por Deus, bonita por natureza e com cenários prontos para muita ação e aventura.

Júlia Medici – Jornalismo Digital – 7º período

Lucratividade nas vielas

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Com a aproximação dos grandes eventos no Rio de Janeiro, projetos em estímulo a exploração da cidade apontam para um investimento atípico: o turismo nas favelas. A iniciativa já tem resultado. Segundo o Instituto Brasileiro de Turismo, no último ano, houve um crescimento de 5% no número de turistas estrangeiros no Rio de Janeiro.

Tal valorização das vielas torna-se notória com a ausência dos pontos de tráfico e violência, e, consequentemente, com implantação das UPPs em 2008. Com o crescimento no ramo, empresas privadas vêm criando programas de incentivo aos moradores para a criação de uma renda extra, com o objetivo da busca pela integração produtiva com o restante da cidade, já que entidades associativas locais nem sempre se preocupam com o desenvolvimento econômico.

Exemplo disto é Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que atua desde 1996 nas favelas da cidade do Rio de Janeiro. De acordo com a analista da empresa: “O objetivo é fazer com que, por essa via do empreendedorismo, a favela se integre mais à cidade. Não só a favela como um gerador de mão de obra, mas como um gerador de produtos de produtos e serviços e soluções para o restante da cidade”.

Para mais informações sobre as iniciativas do Sebrae, acesse:

ttp://www.sebrae.com.br/momento/quero-abrir-um-negocio

Ana Stefana – Jornalismo Digital – 8º período

Unidos de Vila Isabel enfrenta crise financeira

A  atual campeã do carnaval carioca, a Unidos de Vila Isabel, vive uma grande crise tanto financeira quanto organizacional  há quatro meses do carnaval. Após o título de 2013, já perdeu Rosa Magalhães, o coreógrafo Marcelo Misailidis, o intérprete Tinga, o casal Julinho e Rute e, agora, o carnavalesco Cid Carvalho.

A escola de  samba admite dever R$ 300 mil para fornecedores, funcionários e  parceiros.  Com o acúmulo de dívidas, a azul e branco de Vila Isabel perdeu na quinta-feira (14),  o carnavalesco Cid Carvalho. Ele alegou a falta de pagamento do salário e as péssimas condições de trabalho.

A solução para a Vila Isabel será caseira, a escola não vai contratar outro carnavalesco. Quem assinará o carnaval 2014 será uma Comissão de Carnaval, formada por Junior Schall, Julio Cerqueira, Alex Varella e Rita de Cássia.

Com o atraso nos pagamentos, os  trabalhos na cidade do samba  estão atrasados. Enquanto nas  outras escolas já se podem ver os primeiros traços das alegorias do próximo carnaval, na Vila ainda há esculturas do último  carnaval.

Wilson Vieira Alves, o Moisés, que comanda  a parte administrativa da Vila admite uma crise financeira, devido à demora no repasse do dinheiro. “A escola não recebeu os recursos da prefeitura e vai iniciar a captação de patrocínio nas próximas semanas, mas tudo estará pronto dentro do planejamento”, explicou Wilson Vieira Alves.

A Unidos de Vila Isabel levará para Marquês de Sapucaí ano que vem o enredo “Retratos de um Brasil Plural”, composto em uma parceria entre André Diniz, Arlindo Cruz, Artur das Ferragens e professor Wladimir.

A expectativa tanto da comunidade quanto da diretoria é grande em relação ao Carnaval 2014. E a pressão a cada dia aumenta mais na escola do bairro de Noel Rosa, para se repetir o título ganho este ano.

 

Letícia Bergara – Jornalismo Digital – 6º período

 

Broncos vencem último invicto e assumem a liderança da AFC Oeste

O Denver Broncos, de Peyton Manning (EUA), derrotou neste domingo (18), a última franquia invicta da temporada, o Kansas City Chiefs, e assumiu a liderança da AFC Oeste, ultrapassando o próprio Kansas na briga pelo título da divisão. No duelo da melhor defesa da temporada, contra o melhor ataque,Peyton Manning quase não foi tocado pela defesa de Kansas e liderou a vitoria do time do Colorado por 27 a 17 no Sports Authority Field.

O jogo começou dando amostras de que o ataque iria prevalecer sobre a defesa. No início da partida, Peyton Manning conseguia passar a bola com velocidade, não dando chance para os bons linebackers dos Chiefs chegarem nele. Em uma campanha de passes rápidos e precisos de Manning, Denver chutou um field goal de 52 jardas e abriu o placar.

Após a abertura do placar, a defesa de Kansas apareceu forçando um turnover  e recuperando a bola no campo de ataque, mas o fullback  Anthony Sherman soltou a bola logo na primeira jogada de ataque deixando passar uma ótima oportunidade de marcar pelo menos um Field goal. Quentin Jammer recuperou a bola para os Broncos que saiu de uma situação adversa de turnover para um Touchdown ampliando a vantagem no placar.

O time de Manning voltou para o segundo tempo mudando o jeito de jogar da franquia, abusando das jogadas terrestre, e, dessa mesma forma, marcou o segundo touchdown da noite, conseguindo surpreender os Chiefs, que mostrou não ter forças para reagir em momentos adversos. O QB Alex Smith ainda conseguiu diminuir a diferença dando um passe para o TE Anthony Fasano marcar o touchdown.

Com a vitória, os Broncos tomam a liderança da AFC Oeste dos Chiefs. Ambos estão com 9-1, mas Denver fica na frente pela vantagem no confronto direto. Os dois times voltam a campo no dia 24 de novembro: os Chiefs recebem o San Diego Chargers, já os Broncos fazem o duelo mais esperado do ano contra o New England Patriots em Foxboro.

Veja os melhores momentos da partida no site da NFL

http://www.nfl.com/gamecenter/2013111709/2013/REG11/chiefs@broncos#menu=highlights&tab=recap

Veja como ficou a classificação após os jogos do final de semana.

http://www.nfl.com/standings

 

Bruno Bastos – Jornalismo Digital – 6º período

Atividade física ajuda no combate a depressão

Praticar exercícios físicos é um fator positivo e eficaz no auxílio a pacientes diagnosticados com distúrbio emocional. Um estudo da Universidade Duke, nos EUA, analisou o exercício como uma alternativa no tratamento e também constatou que a prática de exercícios foi tão eficaz quanto a medicação em reduzir a depressão em pacientes com a doença moderada a grave.

“A atividade física me salvou” (Sofia Gaigher) (foto: arquivo pessoal)

A pesquisa avaliou ainda que os exercícios estimulam a produção de serotonina, uma substância química cerebral que é ligada ao humor e que foi fundamental na vida da cuidadora Andréia Oliveira, 34 anos. “Depois que eu comecei a praticar atividade física fiquei mais disposta e bem humorada”. Após se exercitar, o corpo tem uma sensação agradável que alivia o estresse. O fato de levar uma vida saudável melhora o humor, a autoconfiança e a autoestima.

A ciência ainda não definiu completamente os recursos que fazem da atividade física uma boa arma contra a depressão. Mas vários estudos indicam que aliar movimentos físicos no combate a doença é satisfatório. Como no caso da professora, Sofia Gaigher, 40 anos, que encontrou na caminhada a resposta para sair da depressão ocasionada pelo término de seu casamento. “Eu comecei a fazer caminhada diariamente e o resultado foi a perda de peso, com isso recuperei minha auto estima”. Portanto manter o corpo em atividade pode ser o um dos melhores tratamentos no combate a depressão fazendo bem para o corpo e a mente.

Ouça um trecho da entrevista com a professora Sofia Gaigher:

Fábio Baeta – Jornalismo Digital – 6º período

A importância das redes sociais para o Instituto Cultural da Dinamarca

Em um mundo em que o ser humano passa mais tempo em frente a computadores, smartphones e tablets, checando as redes sociais, as empresas que não tiram vantagem desta situação estão perdendo tempo. Sites como Twitter e Facebook, acessados por milhares de pessoas diariamente, são excelentes formas de comunicação, não só para usuários comuns, mas também para companhias que precisam ser vistas pelo público, caso do Instituto Cultural da Dinamarca.

Fundado no Brasil em 2008, o Instituto tem o objetivo de promover o intercâmbio entre arte, cultura e vida social e, para que isso aconteça, a comunicação com o público deve ser bem feita. Mas não era isso que acontecia no começo. Diretora da Instituição, a dinamarquesa Maibrit Thomsen explica que foi difícil atrair a atenção do público. “Quando começamos nosso trabalho no país, a única forma de interação com o público era por meio de email . Foi bastante complicado”.

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Maibrit, à direita na foto, comanda a sede do Instituto Cultural da Dinamarca no Brasil (Foto: Elias Paiva )

Devido à falta de funcionários focados na área de comunicação, a empresa continuou por muito tempo com dificuldades em atrair público para os eventos promovidos. Só tínhamos a mala direta como forma de comunicação para notificarmos as pessoas sobre os eventos, e como o Instituto havia se estabelecido há pouco tempo no país, não possuíamos muitos contatos, portanto nossos eventos não eram muito bem sucedidos”.

Sem muito sucesso na interação com o público, a diretora percebeu que seria a hora de buscar ajuda, um profissional capaz de interagir com as pessoas e logo lembrou de um amigo, Rasmus Shack, um dinamarquês que possuía muita habilidade com a internet, porém não era profissional.

Ajuda que, para o blogueiro de sucesso da área de marketing digital, Renan Ubeda, graduado em Comunicação Social pela Universidade Metodista de São Paulo, não é ideal. Para o especialista, contratar um funcionário que não tenha conhecimento em marketing digital é um erro grave. Segundo ele, os donos de empresas contratam amigos e até mesmo familiares, que possuem mais facilidade com a internet, para assumir o cargo. “Pelo fato do Marketing Digital ser relativamente novo, ainda é considerado irrelevante investir neste segmento, as empresas contratam funcionários não especializados e acabam não obtendo o resultado esperado”, explica o blogueiro.

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Rasmus abandonou o marketing e virou DJ (Foto: Rasmus Schak, arquivo pessoal)

O fato de não ter conhecimento profissional sobre a área fez com que Rasmus não percebesse que no ano de 2009, uma grande forma de comunicação seria utilizar o Orkut, até então, a rede social mais relevante no Brasil. “Quando fui contratado, eu conhecia os meios de comunicação apenas como usuário e achei que conseguiria montar um trabalho legal, mas não foi isso o que aconteceu. Reparei que não havia brasileiro nas redes sociais que faziam sucesso na Dinamarca e que eu não tinha conhecimento para montar estratégias que iriam atrair a atenção das pessoas, tive que deixar esta chance de lado”, explica Rasmus.

Sem conhecer um profissional no Brasil com foco em Marketing Digital e com pouco dinheiro para investir, Maibrit, com a ajuda de Louise Ubel, a supervisora de projetos do Instituto Cultural da Dinamarca, decidiu que seria importante criar um site de qualidade para o Instituto. A diretora explica que, ao ver o crescimento de outras empresas com o auxílio dos meios de comunicação digitais, não poderia esperar mais tempo. “Tivemos que sentar e começar a fazer algo. Não conseguíamos nos comunicar com o nosso público”, diz Maibrit. “Não tivemos sucesso na primeira vez que tentamos entrar no mundo virtual, mas não podíamos esperar mais”, acrescenta Louise.

Em 2011, o site já estava criado, porém o resultado não foi o esperado, pois nenhuma das duas era qualificada para alimentar as informações. Sem ter o português como a língua principal, tiveram dificuldades em criar conteúdos para o portal, tendo que recorrer a programas específicos para realizar as traduções, já que o texto era escrito em dinamarquês.

Com todos os investimentos e sem nenhum resultado, os representantes da sede do Instituto Cultural da Dinamarca chegaram a pensar em fechar a filial brasileira. “Apesar do Brasil ser o país ideal para os nossos planos, no início não conseguimos fazer o processo dar certo e pensamos fechar o projeto no país”, explica o coordenador geral do Instituto, Olaf Gerlach Hansen.

O fato do país estar em um bom momento financeiramente, fez com que Olaf não desistisse. Pelo contrário, investiu mais dinheiro no projeto. “Apesar de no começo não ter visto nenhum resultado positivo nesta filial, seria um erro desistir do projeto. O país tem um grande potencial, estavamos investindo em todos os países que fazem parte do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China)”.

Este investimento possibilitou o surgimento de novas plataformas para o Instituto, como o Cocreation, um portal que fala sobre a cooperação entre brasileiros e dinamarqueses, e o Dinâmica Dinamarquesa, site que busca divulgar a música nórdica no Brasil, além da contratação de um estagiário brasileiro que ficaria focado na parte de comunicação do Instituto. “Com estes novos sites e com a chegada de um funcionário específico, conseguimos atrair mais público, pois o foco havia mudado. Em vez de somente atrair as pessoas para nossos eventos, podíamos passar informações sobre a cultura dinamarquesa”, explica Louise, a supervisora de projetos da empresa.

A grande virada

Com a chegada do novo estagiário, Rafael Santana, de 24 anos, aluno de Publicidade, foi criada uma página no Facebook. “No meu primeiro dia tomei um grande susto ao saber que a empresa só tinha os sites como plataformas de comunicação, aquilo não entrava em minha cabeça”, explica o jovem.

Com a entrada do Instituto nas redes sociais, o crescimento de seguidores foi só uma questão de tempo. No começo de 2012, o número de pessoas que curtiam a página no Facebook era de aproximadamente 200, quantidade considerada baixa para os padrões do site. Porém, após investimentos feitos por Maibrit, a página já apresentou um crescimento de mais de 100%, atingindo a marca de 500 seguidores. “Temos uma noção maior sobre o nosso público em geral e conseguimos alcançar um grupo maior de pessoas com esta forma de comunicação”, explica Maibrit.

Nos dias de hoje

Neste ano de 2013, ainda não é possível dizer que a forma de comunicação da empresa é um sucesso. Sem um profissional experiente e capacitado, o Instituto, por falta de verba, continua confiado na capacidade de estagiários para realizar tarefas que necessitam anos de experiência para serem realizadas. Mas, de qualquer modo, é inegável que a parte de comunicação com o público já está melhor, os sites apresentaram aumentos nas visitações e a página do Facebook atingiu a marca de 1000 seguidores, ou seja, investir no setor de comunicação é necessário para qualquer um.

Elias Paiva – Jornalismo Digital – 6º período

Visita guiada ao Palácio da Fazenda

Visita guiada ao Palácio da Fazenda
Museu do Ministério da Fazenda promove visitação ao prédio histórico da Avenida Presidente Antônio Carlos no centro do Rio de Janeiro.

Você sabia que o pórtico principal do prédio do Ministério da Fazenda é construído em mármore brasileiro e obedece ao estilo dórico primitivo? Sabia que suas colunas têm 9,5 metros de altura e que os vasos de granito que adornam as laterais pesam cada um cerca de dez toneladas? Tudo isso é uma amostra da grandiosidade desse projeto, cuja história poucas pessoas conhecem. Estas informações e muito mais estão à disposição durante a visita ao prédio do Ministério da Fazenda.

Foto de SIDNEY OTTONI TRINDADE

Foto de Sydney Antônio

A correria do dia-a-dia, seja para quem trabalha no prédio ou para quem o visita em busca de solução para pendências, não permite lançar olhares atentos e curiosos para a preciosidade e imponência existente. Com um estilo eclético e características neoclássicas, o prédio do Ministério da Fazenda é onde a arte e a história se encontram, e para proporcionar esse mergulho no universo desconhecido do Palácio da Fazenda são realizados passeios guiados por dentro de suas instalações.
“ Não sabia que o prédio onde trabalho possuía tanta história. Descobri ao acaso quando soube da visitação.” Revela Andressa Martins, recepcionista.
E ela não é a única que se surpreendeu com a visita, Ricardo da Costa e Silva, professor de Arte se encantou em mostrar tudo que o prédio da Receita oferece aos seus alunos.
“ Aqui ensino meus alunos como era a arte brasileira feita com granitos, madeiras e outros materiais que eram muito utilizáveis há mais de 50 anos e que hoje em dia não recebem a devida seja como arte ou como decoração de interiores” ressalta o professor.

Foto de Sydney Antônio

Foto de Sydney Antônio

A visitação ao prédio representa uma viagem no tempo, em que são contadas as mais belas histórias que fizeram parte dos 70 anos de existência desta notável expressão do nosso patrimônio público, que se reveste de grande complexidade de detalhes. A busca é por despertar um novo olhar para a arquitetura que nos cerca.
Além de outros grupos amantes da arte e da cultura, frequentemente são visitados por escolas públicas e bacharéis de Turismo e História da Arte. Vera Lúcia, Deise da Silva e Letícia Piedade são as guias responsáveis por organizar para grupos a visitação ao edifício e ao Museu do Ministério da Fazenda.
Interessado nos mistérios do Palácio? Quer saber mais sobre a visita guiada? Então mande um e-mail para museu.rj.samf@fazenda.gov.br

Soraya Ribeiro – Jornalismo Digital – 6º período

Foto de Sydney Antônio

Foto de Sydney Antônio

Revelação de tradicional escola de boxe da Tijuca impressiona Mestre Claudio Coelho

Vitor Magno, de 17 anos, é uma das principais revelações do boxe nos últimos tempos. Isso na opinião do mestre Claudio Coelho que já treinou atletas como o ex-campeão mundial Acelino Popó Freitas, Vitor Belfort e Glover Teixeira ambos do UFC.
O jovem lutador vem se destacando nos treinos e nas lutas realizadas em uma academia da Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, onde treina desde 2011. Enquanto ainda não participa de lutas oficiais, Vitor participa de desafios com lutadores de outras academias. Tudo dentro dos moldes das disputas do boxe olímpico.
Esses atletas são a base para a seleção brasileira de boxe. Parte da equipe é composta por lutadores dos fuzileiros navais da Marinha do Brasil e boxeadores do Exército Brasileiro, que disputam competições militares regularmente.
Vitor já venceu diversos desafios desse tipo e está invicto nessas disputas. O que justifica o entusiasmo do mestre Claudio Coelho com o seu talento. “É um talento nato, mas estamos trabalhando com calma para não desperdiça-lo”, afirmou o treinador.
Como tudo começou
Vitor começou a treinar boxe com doze anos junto do seu irmão mais velho em uma academia no Méier, no subúrbio do Rio de Janeiro. Na época não demonstrava ter todo esse talento. Era esforçado e treinava duro todos os dias, mas acabou tendo que largar o esporte.
Ele e sua família mudaram do bairro e Vitor teve que adiar o sonho de se tornar um lutador de boxe. Esse tempo sem praticar atividade física teve um custo alto para sua saúde: engordou bastante nesse período chegando a pesar mais de 100 kg.
Quem tratou de colocar o rapaz em forma foi seu irmão mais velho André Magno, que lhe deu aulas de boxe no quarto de um apartamento da Glória, onde moravam. Os treinos eram diários e intensos. “Muitas vezes pensei em desistir mas sabia que era para o meu bem”, lembra o lutador.
Com as aulas de boxe no apartamento e os treinos de condicionamento físico realizados no Aterro do Flamengo, Vitor conseguiu chegar ao seu peso ideal. Ele dá todo crédito ao seu irmão que o incentivou a cada minuto daquele período.
“Ele me dizia que ia me colocar em forma, que bastava eu me dedicar que eu iria emagrecer. Treinávamos muito, todos os dias. Tinha dias que eu passava mal, queria desistir e ele sempre me incentivando dizendo que acreditava em mim e que eu devia continuar. Corríamos juntos e em oito meses de trabalho duro recuperei a boa forma”.
O rapaz tomou gosto pela a atividade física e passou a treinar sozinho todos os dias, mas sua paixão sempre foi o boxe então decidir colocar à prova os treinos dados por seu irmão matriculando-se em uma academia de boxe na Tijuca. Foi nesse momento que teve uma grata surpresa.
Logo nos primeiros treinos se destacou chamando a atenção do Mestre Claudio Coelho, principal treinador da academia. “Assim que comecei a treinar lá, ele disse que eu era diferente e me deu uma atenção especial, corrigiu alguns defeitos e me ensinou muitas coisas novas”, lembra o jovem lutador.
Atualmente o projeto de preparação é para as olímpiadas de 2016. Vitor pretende representar o Brasil e trazer o ouro olímpico. “É um sonho que eu tenho e corro atrás dele todos os dias a cada treino sinto que estou melhorando e que posso desempenhar um bom papel numa grande competição, devo isso a todos que me apoiaram e me fizeram chegar até aqui.”

Marcelo dos Santos Silva – Jornalismo Digital – 6º período

Um novo meio de chegar a Barra

(Foto: Rômulo Sardinha)

(Foto: Rômulo Sardinha)

Ir a Barra da Tijuca sempre é complicado. Pensando nisso, há uma nova linha de ônibus disponível, de forma experimental, para os moradores da Tijuca irem ao bairro da Zona Oeste: o LECD6. O trajeto começa na Praça Afonso Pena e vai até a Passarela da Barra, na Avenida Armando Lombardi. A intenção da empresa que explora o trajeto é fazer com que o viagem seja feita no menor tempo possível.

“Vimos que com a implantação do Bilhete Único, poderíamos ligar Barra e Tijuca de uma forma expressa. A nossa intenção foi melhorar a condição de viagem dos passageiros”, disse Ronaldo Costa, gerente da empresa que explora a linha experimental.
O LECD6 funciona todos os dias das 5h às 21h e gerou um alívio para as pessoas que trabalham na Barra. Como é o caso de Hélio Britto, que estuda na Tijuca e vai todos os dias trabalhar na Zona Oeste.

“Para mim melhorou muito. Pego um ônibus vazio e que vai rápido. Quando chego na Passarela, eu pego outra condução e chego no meu trabalho em uma hora, o que antes eu demorava uma hora e quarenta”.

A linha, apesar de ser mais rápida, ainda está funcionando de forma experimental. Segundo a Prefeitura, estão sendo feitos estudos para verificar se o trajeto fica de forma definitiva. Só que, se depender dos moradores da região, o ônibus pode já ser “efetivado”, como afirma a engenheira civil, Paula Conceição, moradora da Rua Garibaldi, na Tijuca.

“Melhorou muito a minha vida. Chego mais cedo em casa, sei que ainda está em caráter experimental, mas quem sabe logo não se torna uma linha definitiva? Ajuda e muito a todos os moradores da Zona Norte que sofrem com o trânsito caótico”.

Rômulo Sardinha – Jornalismo Digital – 6º período