A Super Rádio Tupi comemora 73 anos de sucesso

No dia 25 de setembro de 1935, foi inaugurado na rua Santo Cristo, número 148, o maior empreendimento das Emissoras e Diários e Associados, a PRG-3 Rádio Tupi. Atualmente, a emissora está completando 73 anos de história, por onde passaram grandes nomes da música brasileira, artistas e locutores de sucesso.

Dona do maior estúdio da América Latina na década de 50, conhecido como Maracanã dos Auditórios, a Rádio Tupi criou a oportunidade do ouvinte estar próximo de seu ídolo, onde 1500 pessoas podiam assistir a programas como “Calouros em Desfile”, comandado por Ary e Barroso e considerado o programa musical de maior sucesso da época e “Cassino do Chacrinha”, com Abelardo Barbosa. Desfilaram em seus auditórios os mais importantes nomes da música nacional e internacional como, por exemplo, Carlos Galhardo, Silvio Caldas, Dalva de Oliveira, Vicente Celestino, Dorival Caymmi e as irmãs Linda e Dircinha Batista.

Já no início de sua história, o radiojornalismo passou a ser fundamental para a emissora e em 1945 a Rádio Tupi foi a primeira a anunciar o fim da segunda guerra mundial, além de estar sempre presente em outros fatos de grande repercussão, com Alberto Cury no comando. O noticiário de mais sucesso foi o “Cacique Informa”, que ia ao ar diariamente, com duração de cinco minutos. Esse modelo não mudou e atualmente, a emissora possui dois boletins informativos: Sentinelas da Tupi e o Tupi Notícia, ambos também com cinco minutos de duração.

De acordo com o chefe de jornalismo Roberto Feres, a importância do jornalismo está no fato de que a notícia tem prioridade absoluta na empresa. “Procuramos fazer o melhor entrevistando, informando, reportando, prestando serviço e fazendo utilidade pública, com nossa grande equipe que se reveza no dia-dia”.

Com um time de estrelas, como a dupla humorística Samuca e Gegê, a Rádio Tupi se destacava nos programas do gênero, com o famoso Patrulha da Cidade, líder de audiência há 48 anos no horário no rádio do Brasil. O “Patrulha da Cidade” vai ao ar de segunda à sexta das 12h às 13h15 e aos sábados das 12h às 12h55.

“A Super Radio Tupi investe forte em tecnologia buscando manter a força e a liderança da emissora”, conta Feres. Sempre pioneira, a Rádio Tupi foi e continua sendo, palco de grandes nomes das transmissões esportivas: Ary Barroso e sua gaitinha, Oduvaldo Cozzi, Rui Porto e Cezar Rizzo, comandavam o time de locutores da emissora. Também estavam presentes no elenco, Doalcei Bueno de Camargo e Geraldo Sena, que continuam fazendo o coração das torcidas pular mais forte, ao lado de Eugênio Leal e Jorge Nunes, todos sob o comando de Luiz Penido.

Assim, há 73 anos, a Super Rádio Tupi do Rio de Janeiro se firma como uma das pioneiras na radiodifusão brasileira, com uma equipe que trabalha para manter uma programação de qualidade, que dá ênfase à notícia, ao esporte, à prestação de serviços e, é claro, a divulgação da música brasileira.

Nathália Gomes • 8º período • Jornalismo Digital

Universidades são o point da paquera

Estudantes universitários não resistem à tentação e aproveitam a faculdade para namorar

Paquerar ou estudar? Essa e a pergunta que alguns estudantes de graduação se fazem quando ingressam no curso superior. È impossível resistir a tamanha tentação num ambiente repleto de oportunidades, em uma fase da vida na qual o que importa é ser feliz e aproveitar o momento, sem preocupar-se com o futuro. Mariano Mendes, 31, 8.º período de Arquitetura e Desing, se diz spert   no assunto. Já teve varias namoradas e afirma que o local mais apropriado para começar “o desenrolo” é o Diretório Acadêmico da universidade na qual estuda.

Segundo Mariano, depois das devidas apresentações e feito o convite para um chopinho nos arredores da universidade, conversa vai, conversa vem, quando menos se espera, já esta “rolando” o primeiro beijo. Foi assim que conheceu sua primeira esposa, mãe de seu filho, hoje com 5 anos. Ficaram um tempo juntos, mas não deu certo. Segundo ele, ela tentou colocá-lo na linha, mas, com o tempo, acabou desistindo. “Na matéria de azaração, me formei com notas altas e louvor. Meus amigos queriam comprar minha agenda de telefone”, diz Mariano. No momento, está casado pela segunda vez, com um filho de 5 meses e se diz mais responsável.

No décimo período de Engenharia Cartográfica da UERJ , André Escovino, 29, é outro veterano que possui um currículo vasto nesta área. Já teve inúmeras paqueras e com algumas namorou firme por algum tempo. O caso mais duradouro foi uma aluna de Engenharia Civil, com a qual ficou durante doze meses. O namoro começou quando André passou a ser monitor em uma das turmas do curso de Engenharia Civil da universidade. “Foi uma fase em que fique em evidência”. 

Já a estudante de Turismo Nívea Calixto, 24, 1.º período da UNISUAM, diz não ter nenhuma paquera. Até agora não encontrou ninguém com quem pudesse construir uma amizade mais duradoura. A única pessoa que despertou um pequeno interesse foi o professor de Logística de Transporte, Sérgio Romero. Nívea acha os meninos da universidade imaturos, e não tem nenhuma expectativa em deixar de ser solteira: “De vez em quando aparece um garoto mais interessante, mas só há uma troca de olhares”.  

Com opinião semelhante, Juliana Prata, 18, 3.º período UFRJ, quando passou para o curso de História, tinha a esperança de encontrar uma paquera, no entanto, se decepcionou, pois, no campos em que estuda, há os cursos de Filosofia e de Ciências Sociais e segundo ela, os alunos são bem alternativos. HÁ um ano e meio na faculdade, não encontrou ninguém interessante: “Quando aparece um menino legal, as outras meninas ficam em cima”. 

Em relação a namorar ou não, o psicólogo Marcelo da Cunha não tem nenhuma objeção, apesar de achar o assunto complexo, pois, segundo ele, cada estudante reage de maneira diferente. É tudo uma questão de energia, aqueles que conseguem administrar melhor o tempo não encontrarão dificuldade em conciliar os estudos com o namoro, entretanto, os que não possuem essa habilidade, encontrarão alguns obstáculos.
 
5 dicas para você conseguir uma paquera

Na praça de alimentação da universidade em que você estuda.

Em palestras que você freqüenta em outra universidade.

Em grupos de trabalhos na sala de aula.

Quando um conhecido de outra turma convida para um chopinho depois da aula.

Quando você passa a ser monitor, ficando em evidencia.

Ronaldo Silva • 6° período • Jornalismo Digital

 

 

A Capoeira como cultura para a defesa dos escravos

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A capoeira surgiu entre os escravos como um grito de liberdade. Os negros, que eram da África, vieram ao Brasil para trabalhar como mão-de-obra escrava nas lavouras de cana de açúcar. Para que pudessem resistir aos seus opressores e transmitir a sua cultura, eles desenvolveram a capoeira que, durante anos, foi considerada uma prática proibida e subversiva.

Na região da Angola, na África, os negros disputavam as meninas de sua tribo para que se tornassem suas esposas, lutavam à cabeçada e pontapés a “luta das zebras”. Na ausência de armas, eles sempre buscaram nas danças guerreiras sua defesa como uma proteção e preservação de vida.

Ao longo dos anos essa dança foi se consolidando e a partir de 1972, o governo brasileiro reconheceu a capoeira como um esporte oficial. É uma luta não só de defesa, mas também de ataque que os praticantes usam os pés e a cabeça, sendo as mãos de menor uso, mas nem sempre a de menor importância.

O professor Luís Carlos dos Santos de 36 anos, conhecido como Mestre Luizinho, diz que a capoeira não é um esporte como outro qualquer, que ela representa a sua origem e sobrevivência através dos tempos. Professor de capoeira há 9 anos, Luizinho fala que o que ele faz é muito mais que uma profissão, é também um aprendizado sobre a cultura de seu país.

“Luto desde meus 8 anos de idade e dou aula há 9 anos. Quando entrei na capoeira, foi como um passatempo qualquer, mas lá dentro eu aprendi a história e as manifestações culturais, como batuque e samba de roda que são danças.”

A música é usada como um componente essencial, já que determina o ritmo e o estilo de jogo durante a roda. Ela é composta de instrumentos e canções que ajudam na hora dos movimentos de pernas no ritmo do toque, junto com a ginga que também é um depoimento básico da capoeira.

Com vários significados, a capoeira é um riquíssimo tema para as artes plásticas e literárias, por fazer parte da história da cultura brasileira e ser considerada uma expressão popular que mistura a arte.

Segundo o estudante Antonino de Oliveira, 19 anos, o esporte trouxe muitas heranças, pois tem participação direta na história do Zumbi de Palmares e que também é recheada de influências na sociedade de hoje.
 
“Estou na capoeira quase 1 ano e faço parte do grupo Raízes da Liberdade e antes de começar a lutar, já conhecia um pouco da história justamente por ser o único esporte ligado a fatos da cultura do Brasil, mas precisamente dos negros.”

A capoeira tornou-se um esporte conhecido e popular em quase todo mundo e existem grupos que viajam estados e países para mostrar um pouco de seu trabalho. Dessa forma, os brasileiros não têm somente a oportunidade de obter os benefícios dessa prática, como também conhecer a sua história desde o surgimento.

Flávia Cunha • 5º período • Jornalismo Digital

Um problema de saúde mundial que corre no sangue brasileiro

Que o fumo é prejudicial à saúde, a população mundial já esta ciente. Inúmeros são os casos de morte associada ao tabaco. Mas assim como o fumo, a má alimentação e as bebidas alcoólicas, junto a fatores genéticos formam um grupo de maiores contribuintes para a aterosclerose; o entupimento de vasos sanguíneos. Cerca de 42% da população mundial falece desta mesma causa. Para números tão altos, os pesquisadores tentam encontrar soluções alternativas para reduzir este índice.

João Alfredo de Moraes, Doutorando em Laboratório de Farmacologia, pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, cita um método aplicado, em fase de teste: “Utilizo as células musculares lisas, pois elas são importantes em uma série de doenças cardiovasculares. Eu as estudo para entender melhor o que acontece nessas doenças. Realizo também experimentos para tentar inibir, de alguma forma, o seu crescimento”. A intenção de Moraes é contribuir à uma futura solução que prevenirá diversos tipos de doenças arteriais.

O acidente vascular cerebral e o infarto são duas conseqüências deste entupimento, que pode começar a se desenvolver cedo, alerta o doutorando. José Gomes da Silva, pai de João, sofreu infarto aos 62 anos e hoje, uma de suas artérias está recuperada do ocorrido, devido a angioplastia. “Este método é utilizado para retirar as obstruções do vaso sanguíneo. No caso do meu pai, a artéria estava 100% obstruída”. Por essas ocorrências que, além de casos acidentais ou incidentais, a média de idade máxima do brasileiro atinge apenas 72 anos, ocupando a 127ª colocação no ranking mundial, de acordo com pesquisa divulgada em http://www.indexmundi.com.

É preciso ter hábitos saudáveis para diminuir as chances de sofrer no futuro. Em países do Norte, como a Noruega, a expectativa de vida atinge 80 anos, conforme dados do site http://www.ssb.no. No Brasil, estamos pesando contra na balança que representa a luta para aumentar esta média.

Contribuem para este baixo índice: a poluição nos grandes centros, a obesidade e a má alimentação. Cenários que não estão presentes em abundância na rotina norueguesa, diferente da brasileira. Que se orgulha de exportar seus dois mais belos pratos; a feijoada e a fome. Dois excelentes contribuintes para a aterosclerose.

 

Por Ricardo Almada, 6º período, Jornalismo

Diferença social pelo descaso?

Meninos de ruaDesnutrição, violência, fome, miséria. Temas relacionados à diferença social ou descaso da sociedade? Culpar as autoridades será o método de resolver as situações ou um método de limpar a consciência de um mal que é virado aos próprios brasileiros?

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o desemprego obteve uma queda desde 2002, porém, continuamos entre os dez países com maiores níveis de desigualdade social, com 13,63% da população sem ser alfabetizada e em um país onde Ongs investem mais que o estado e que o município.

O passado também sempre foi um critério influenciador. Percebemos isso quando analisamos o êxodo rural. Com o pensamento de que na cidade o lucro e o bem-estar poderiam ser alcançados, camponeses migraram para a cidade e com a superpopulação, originaram-se as favelas. O professor e sociólogo George Cardoso, opina sobre o assunto. “Os problemas vêm de um lado histórico, com as colônias de exploração, que vieram tirar proveito econômico. As raízes têm um poder muito forte”, afirma.

Com a separação existente entre ricos e pobres torna-se inevitável a criação de ideologias. “E hoje também existe um lado preconceituoso. Até o fato de ser culto dá uma idéia de orgulho. Há um preconceito grande, que já foi maior, mas acredito que vem mais da elite econômica para com os menos favorecidos”,  explica o sociólogo.

As políticas sociais também não favorecem a educação, que para muitos é a chave da questão. Mas o que fazer quando em uma sociedade a educação está em segundo plano e o lucro é o que interessa? “O principal problema está na falta de educação. Os políticos não investem nisso porque é um trabalho que exige tempo e isso não é visível a curto prazo. O que querem é somente serem vistos pelo trabalho que posteriormente não vai servir para nada, só para tapar “buraco”, como diz a população”, é o que diz o desenvolvedor pleno, Franklin Peixoto.

Estamos em época de eleição, hora de decidirmos quem governará nossa cidade. Nossas escolhas afetarão nosso país por mais quatro anos. Se o conceito formado é de que a desigualdade social é fruto de um problema histórico e de uma péssima educação que é completado por uma má distribuição de renda chegou o momento de escolhermos quem decidirá novos rumos em nossa sociedade. Dependerá de nós a mudança ou a manutenção da história social do nosso país.

Carine Pennaforte • 3º período • Jornalismo Digital

Banco do Brasil: há 200 anos contribuindo com o futuro do país

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Com o objetivo de financiar as Indústrias que, naquela época, eram proibidas de atuar no país, o Banco do Brasil, fundado em 12 de outubro de 1808, comemora seu bicentenário com pioneirismo, liderança e conceitos de sustentabilidade, a fim de realizar ações em prol do futuro do Planeta.

 

“Nosso compromisso como potência estatal é com o desenvolvimento do país, incentivando cada brasileiro a contribuir um pouco com a responsabilidade socioambiental e a valorização cultural”, afirma a Assessoria de Comunicação do Banco do Brasil.

 

Essa postura ficou ainda mais evidente com a criação, em 1985, da Fundação Banco do Brasil, que já alfabetizou mais de 150 mil pessoas, além de investir em programas de inclusão social e digital, de tecnologia, reciclagem e muitos outros projetos que levam assistência a toda população.

 

“Acho muito importante a preocupação do Banco do Brasil em criar Fundações que pautam pela educação dos brasileiros e conseqüentemente pelo futuro do país”, diz a funcionária pública, Sheila Bordoni.

 

Com base no apoio à democratização e à disseminação da cultura, Centros Culturais foram criados, em 1989, pelo Banco do Brasil com a intenção de levar para toda a sociedade diversão e o mais importante, a possibilidade de se conhecer um pouco mais da história do país.

 

“O objetivo dos Centros Culturais é apoiar a cultura nas áreas de artes cênicas, artes plásticas, audiovisual, música e programas educativos, privilegiando artistas, grupos e instituições culturais. Nossas programações agregam credibilidade e diversidade, atingindo a sensibilidade de quem participa”, afirma a Assessoria de Comunicação do Centro Cultural Banco do Brasil.

 

E o compromisso do Banco do Brasil com o desenvolvimento do país não parou por aí. Desde 1991, o esporte brasileiro é patrocinado e apoiado pelo Banco, que além de gerar milhares de empregos temporários, atendeu em média 10 mil crianças em oficinas de esportes.

 

“Como pedagoga e cliente do Banco do Brasil há 17 anos, acho essencial que as comunidades sejam incentivadas com o esporte pelo Banco, que está sempre buscando meios para contribuir com o bom andamento do país”, finaliza Neusa Miranda. 
 

Carolina Marques § 5º período § Jornalismo Digital

 

 

 

 

 

 

 

Alimentação e nutrição nas escolas

batata100O nutricionista tem um papel único dentro das escolas que é cuidar da alimentação, nutrição e educação nutricional das crianças. Segundo Conselho Federal Nutricional, esse profissional tem que planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de alimentação e nutrição. Ou seja,se preocupar com a qualidade da alimentação que é servida, tanto do ponto de vista nutricional quanto higiênico-sanitário.

A escola pública e particular apresenta um objetivo em comum nas suas merendas, que é: suprir as necessidades nutricionais dos alunos, melhorar a capacidade no processo de ensino, aprendizagem e formar bons hábitos alimentares. Isso prova que a alimentação é um fator importante na vida dos alunos. Controlar a quantidade de sal, açúcar e gordura nas refeições dos alunos está ligado diretamente a um bom rendimento escolar.

É preciso uma reeducação alimentar e essa mudança começa nos cardápios das cantinas. As variedades continuam, porém com opções mais saudáveis como: sucos naturais, salgados assados, integrais, lanches lights, picolés a base de fruta, entre outros. Esse é um resultado a longo prazo, mas a mudança do cardápio já é um bom início.

Para a criança aceitar essa modificação ela precisa se conscientizar primeiro da importância de ter bons hábitos. Proibir apenas não basta. A própria tem que saber sua escolha correta na hora de decidir o que comer no recreio. Tendo como resultado dessa alimentação balanceada uma saúde garantida.

A nutrição nas escolas pretende assim  melhorar o crescimento e desenvolvimento dos alunos além de ensiná-lo o correto. E é por isso, que algumas instituições passam por reformas nessa área.

 

Por Thaís Genuíno, 6º período, Jornalismo

Ação e aventura no fantástico mundo de WoW

 

Existe um jogo que esta fazendo a cabeça de mais de 10 milhões de pessoas. Criado pela editora Blizzard, ele se chama World of Warcraft. Este jogo que virou uma febre comum a pessoas espalhados por todas as partes do mundo e das mais variadas idades, necessita de aproximadamente de 200 milhões de dólares para continuar funcionando on-line e perfeitamente para todos os seus fieis usuários. 

 

A Blizzard, criadora de World of WarCraft, sabe mesmo como conquistar e fidelizar seus clientes. O dinheiro gerado através das aquisições do jogo e das mensalidades pagas pelos usuários da versão original, esta sempre sendo revertido em infraestrutura para um melhor funcionamento do jogo e maior satisfação jogadores. Foi criado também um sistema de atendimento ao cliente, dentro do próprio ambiente do jogo, que permanece operante 24 horas por dia para ajudar e esclarecer quaisquer duvidas e dificuldades encontradas pelos usuários.

 

Muitas pessoas não dispostas a pagar pelo serviço mensal, acabam por utilizar os famosos servidores piratas. Como acontece com a maioria dos games on-line, World of WarCraft já possui seus servidores clandestinos, mas muitos acreditam que não vale a pena. “Alem de existirem muito menos pessoas nestes servidores, e necessário comprar os 2 CDS originais do jogo, que custam juntos aproximadamente 60 reais” afirmou Marcelo Peixto de 40 anos, usuário do servidor original.

 

WoW, como costuma ser chamado, e uma constante batalha no mundo fantástico de Azeroth, entre varias espécies representantes das duas facções rivais existentes,  Alliance e Horde. Tudo isso numa mistura que lembra o famoso Second Life acoplado ao estilo dos tradicionais jogos de RPG. Cada jogador pode optar por jogar sozinho ou em grupos, formados por até 25 jogadores e conhecidos como Guilds. Vale lembrar que para completar algumas tarefas mais difíceis, uma Guild  será indispensável.

 

Como se não bastasse, a Blizzad pretende ate o final do ano, ocupar o primeiro lugar nos rankings de vendas com o lançamento de sua próxima expansão de WoW, chamada Wrath of the Lich King. Nesta nova versão o jogo possuirá gráficos similares aos padrões das versões anteriores, mas vai exigir uma placa de vídeo 3D.

Para adquirir o jogo e se cadastrar em um servidor original
http://www.worldofwarcraft.com.br/

 

Eduardo Negri • 6º Período • Jornalismo Digital

Enxergando os cuidados com a higiene

As lentes de contato são práticas e discretas, porém é necessário cuidar da higiene. “A lente deve ser limpa. Quando não estiver no olho, deve ficar num estojo próprio.Neste estojo deve conter solução de limpeza e desinfetante próprio para essa lente”, conta o oftalmologista Acyoli Brito Junior, membro da Sociedade Brasileira de Oftalmologia.

O especialista detalha também sobre as lentes descartáveis , que podem ser usadas por vários dias , mas no máximo uma semana, sem retirar do olho. “Esse tipo de lente é retirada após o período de descarte, joga-se fora e a substituí por uma nova , pois ela não está sendo limpa e não está sendo retirada do olho”, explica Acyoli.

Para os adeptos do colírio como limpeza do olho, vale um alerta.A solução lubrifica o olho, mas não limpa.”Não tem efeito de higiene na lente. Ele é lubrificante e facilita para adaptação da lente. A higiene mesmo deve ser feita fora do olho, com substância desinfetante própria para retirar as partículas que grudam na superfície da lente”, esclarece o oftalmologista.

Por isso o cuidado, se a higiene não for bem feita, se desenvolve uma lesão chamada úlcera de córnea, ou infecção de córnea. ”Ela pode aparecer sem sentir de dor , pois a lente faz diminuir essa sensação. O olho fica vermelho e pode causar a perda da visão”,diz Acyoli.

Não é adequado fazer a higiene da lente com soro fisiológico ou água de torneira. Existem substâncias apropriadas para a limpeza. ”Tem que limpar a sujeira para que não haja aderência de bactérias, e fazer desinfecção para matar qualquer tipo de microorganismo”, conta o especialista, que faz um adendo. ”Essa sujeira que gruda na lente pode causar alergia. Nesses casos,  deve-se suspender o uso e fazer um tratamento antialérgico. A sujeira só piora a visão da pessoa, embaçando a vista, finaliza.

 

Por Jeferson Rodrigues, 6º período, Jornalismo

A balança do jovem está mais pesada

Muitos jovens hoje acumulam duas funções: a de estudar e a de trabalhar. Seja no colégio ou faculdade, 15 ou 20 anos, o jovem está sendo obrigado (por falta de tempo) de ter uma alimentação correta e regular, com as três refeições básicas presente: café da manhã, almoço e janta. Isso pode não ter valor hoje, mas no futuro, que pode ser próximo, os problemas virão e aí pode ser tarde demais.
Pode ser o trabalho pela manhã e o estudo à noite ou vice-versa, que o estudante-trabalhador se utiliza, na correria e agitação do dia a dia, de refeições rápidas e nem um pouco saudáveis como salgadinhos, doces e refrigerantes, por exemplo.
Este tipo de comida em excesso não faz bem, além de apenas diminuir a fome por um momento também causa sérios danos à saúde. Jovens e até crianças (mais preocupante ainda) que estão inseridos neste contexto só fazem mal às suas vidas, enriquecendo os comerciantes deste ramo. Problemas de obesidade, pressão alta, aumento do colesterol e triglicerídeos e problemas cardíacos são algumas das conseqüências dessa desregulada e má alimentação do jovem.
Para evitar complicações futuras, o mal já pode ser combatido desde agora. É importante ter em mente que o objetivo não é que ninguém passe fome (até porque aí seria um outro problema tão grave quanto o em questão) e sim, ter uma alimentação saudável. A nutricionista Ana Clara Guimarães é favorável à substituição de alimentos, mas não abomina os mais prejudiciais “Claro que fome ou sensação dela podemos ter no final da tarde, por exemplo, e por que ao invés de comermos salgados e/ou doces, não substituímos por uma fruta como uma maçã ou banana? Vitaminas, saladas, grelhados e salada de fruta completariam um cardápio de qualidade. Não é necessário desprezar as “tentações”, o importante é que seja com moderação”, ensina Ana Clara.
Encaixar no meio dessa agitação juvenil, exercícios, mesmo que leves, também é importante e com certeza alivia a tensão e diminui o estresse. Pode ser uma musculação, prática de natação ou futebol e até mesmo uma corrida, caminhada ou andar de bicicleta; qualquer uma dessas práticas irá fazer bem ao corpo e à mente que aliada a um controle da alimentação, a tendência é de uma vida longa com muito mais qualidade.

 

Por Raphael Abreu, Jornalismo, 6º Período